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sábado, 23 de agosto de 2025

Porsche Taycan Turbo 2022

 Mal terminei de tirar as fotos da Mitsubishi Raider e passa por mim um caminhão plataforma carregando um Porsche Taycan:

04/09/2024


Que eu me lembre foi o primeiro que eu vi, e entra pra coleção de fotos de carros elétricos que eu fotografo e publico aqui. Esse talvez seja o mais luxuoso entre as opções disponíveis no mercado brasileiro. Quando foi lançado, em 2021, custava entre 600 mil e 1 milhão de reais, e tinha espera de até seis meses ao comprar um. Esse daí tem placas de Belo Horizonte/MG, e foi a única vez que eu vi.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

segunda-feira, 21 de julho de 2025

VW Karmann-Ghia 1970

 Belíssimo Karmann-Ghia:

20/04/2024

Original pelo que se vê, e de outra cor que não vermelho. Muito ótimo. Toda a pinta de ser azul Mont Blanc, 1970. Pena nunca tê-lo visto antes ou depois. Quase que não dá pra capturar nem essa imagem sofrível dele. Passava bem em frente a uma casa antiga amarela de terreno enorme cheia de árvores e verde, que felizmente resiste à asquerosa especulação imobiliária.

Ilha do Governador, Rio de  Janeiro - RJ.

segunda-feira, 17 de março de 2025

Ford F350 1972 (guincho)

 E nesse dia meio chuvoso, no fim da minha caminhada ainda deu pra fazer um último registro:

29/12/2022



Mais um que eu fiquei um tempo vendo com frequência nessa mesma região, e depois de um tempo não vi mais. Verdadeira viagem no tempo, um caminhão-guincho nos moldes antigos, e que segue na ativa, exatamente no ano em que completa metade de um século de estrada. Com direito a lindas e grandes calotas cromadas, para-barro, faróis de milha e para-sol externo de acrílico. Passou por algumas atualizações como os bancos, grade, faróis e demais detalhes da frente, o que é totalmente aceitável, uma vez que era totalmente normal conforme o tempo passava, afinal é um carro de trabalho com décadas de serviço.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

domingo, 2 de fevereiro de 2025

GMC 6-150 2001

 Fiz esse registro não muito bom, mas pra ficar marcado aqui:

12/01/2022

Sempre reparo esse caminhão prancha andando pra lá e pra cá. Trabalha bem e com bastante frequência, e é um modelo nada comum de ser visto assim, sobretudo nesse serviço ainda. Primeiro emplacamento foi em Minas Gerais.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2025

Trailer Turiscar Diamante Club 1999

 Andávamos na rodovia, quando passou esse trailer por nós:

22/12/2021


Não é dos mais antigos da marca, mas à época já estava com mais de vinte anos. Estava sendo puxado por uma Hilux SW4 2007, já com quase quinze anos de fabricada também. Curioso que o primeiro emplacamento dela foi no Tocantins. O do trailer foi no estado de São Paulo.

Duque de Caxias - RJ.

terça-feira, 14 de janeiro de 2025

Jeep Cherokee Sport 1997

 Vi algumas vezes essa Cherokee, mas acabei demorando pra tirar foto:

21/12/2021



Depois das fotos, continuei vendo durante um tempo, e depois não vi mais. Teve as rodas originais trocadas por maiores, pretas, faróis auxiliares de led, além de ter um reboque grande engatado, com rodas de três furos do Del Rey. O utilitário esportivo ainda tem o adesivo da concessionária Gastal, na tampa da mala.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

sábado, 4 de janeiro de 2025

Hyundai Coupé FX (Tiburón)

 E, quando eu menos esperava, logo depois de passar o Citroën Traction Avant, passou esse caminhão plataforma:

12/12/2021

Carregava esse raro Hyundai, que aparentemente está "vestido" para competição de corrida, arrancada ou algo do gênero. Tinha tempo que eu não via um desse. Acho que a última vez tinha sido quando eu fotografei e publiquei aqui as fotos, lá em 2011!

Linha Vermelha, Rio de Janeiro - RJ.

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

"Destruindo Clássicos"? - Chevrolet Chevette 1977 + carreta Karmann-Ghia RE350 1990 vendendo peixe

Nessa postagem eu vou aproveitar pra tocar na temática dos supostos "destruidores de clássicos". Quantas vezes você já não ouviu alguém falar "Olha lá, o cara usando o carro antigo pra trabalhar de pedreiro/feirante/florista/(qualquer profissão que se aplique). Caiu em mãos erradas, uma pena! Merecia ser salvo!". Eu mesmo seguia algumas vezes essa concepção superficial sobre esses episódios. Mas será que essa percepção é apropriada?

Carros são produtos fabricados para atender a uma demanda de pessoas que querem se locomover do ponto A ao B. Muitas pessoas que têm poder aquisitivo mais alto compram carros novos, e à medida em que o tempo age gerando desgaste dos itens e a depreciação do conjunto aumenta, eles vão passando para as mãos de outros proprietários, de poder aquisitivo cada vez mais baixo, em curva descendente de conservação. Essa é a regra, o que acontece na maioria dos casos. 

Existe um ponto fora dessa curva, que são os carros que são guardados sem uso, ou os que são usados com frequência muito menor, ou que são muito usados porém proporcionalmente e adequadamente mantidos. Essas são as exceções à regra, e é nesse intervalo que reside a nossa distração (hobby), a cultuação dos automóveis antigos e uso eventual quase exclusivo para passeio são uma pequena parcela desse já pequeno grupo.

Ocorre que, quando imersos nesse universo, prestamos mais atenção aos antigos do que os que não são entusiastas. Ao frequentar os encontros, oficinas especializadas e grupos de amigos presenciais e virtuais com esse gosto em comum, talvez acabemos tendo a impressão de que existem muito mais carros antigos preservados do que a realidade. Pode ser que uma reunião com muitos carros antigos concentrados num mesmo lugar ou um perfil de rede social que publique fotos de carros antigos todos os dias (pra trazer o assunto pros dias atuais) passe essa falsa sensação, mas basta comparar com cenas do trânsito no dia-a-dia em várias amostragens de várias cidades, que fica fácil de entender que, na prática, os carros antigos representam uma porcentagem não muito significativa da frota em constante circulação. Pergunte a um não-entusiasta e ele dirá que raramente vê um ou outro carro mais antigo dentro de sua rotina. 

Pra ilustrar com dados, de acordo com estudo feito no ano passado pelo Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores), 28% da frota são carros com até 5 anos de idade, 55% entre 6 e 15 anos, e 17% têm "16 anos ou mais". Esse último entre aspas porque só considera carros até 25 anos de idade; ou seja, veículos com 26 anos em diante sequer foram contemplados. Não consegui descobrir o motivo, é como se esses carros não existissem pra essa pesquisa. Mas uma outra pesquisa feita pela mesma instituição em 2011, mostra carros com 30 anos em diante, e a queda no número é linear ano a ano, praticamente o tempo todo. Portanto, não foi possível concluir números concretos mas dá pra termos uma noção de que a tendência é que haja redução gradativa na quantidade anual de veículos com essa faixa de idade.

Tudo isso considerado, voltamos ao cenário dos carros antigos frequentemente julgados por estarem sendo usados pra trabalho e supostamente sendo "destruídos". Em muitos casos, os escolhidos pra esses ofícios são carros que já foram depreciados o suficiente pelo mercado e que ao mesmo tempo são resistentes pra aguentar "desaforo". É claro que existem variações de serviço, variações de proprietários e de cuidados com a preservação desses veículos. Portanto, não generalizar já começa sendo uma ótima ideia. Em seguida, podemos considerar que, no ciclo de vida útil de um automóvel, ele começa sendo usado meramente como meio de transporte (seja ele básico, intermediário, esportivo ou de luxo), depois troca de dono algumas vezes, e vai só perdendo valor de mercado com o passar do tempo, até chegar no limite da desvalorização. É geralmente nesse momento (quando o carro tem entre 20 e 28 anos de uso, eu diria) em que eles já atingiram um preço interessante pra quem quer um carro resistente pra trabalho. De 28 anos em diante, já começam a ser vistos com outros olhos e a despertar o interesse desse nicho específico de entusiastas, afinal, no Brasil, com 30 anos (ou 25 anos, em alguns lugares do mundo como alguns estados norte-americanos) já são oficialmente considerados antigos. Essas transições não são concretas e definitivas, não é da noite pro dia que um carro deixa de ser um carro velho negligenciado pra ganhar os holofotes e "se transformar" em antigo cultuado. Mas esses números são estipulados pra formalizar essa classificação.

Depois desse preâmbulo gigantesco, eu ilustro com um exemplo o que foi tratado acima:

Ramos, Rio de Janeiro - RJ.


Carreta e reboque Karmann-Ghia

Conheço muitos que diriam que esse cenário seria "um sacrilégio", porque "está acabando com o carro e com a carretinha, super raros", etc. Percebam que é muito mais interessante admirar a situação positivamente. Inclusive ambos parecem muito bem tratados, mesmo trabalhando. Infelizmente nesse caso eu desconheço a história, mas como eu já falei, há grande chance de ambos terem sido adquiridos com a finalidade de serviço, naquele intervalo de idade em que já desvalorizaram o suficiente. Até porque não faria sentido pagar preço de antigo/clássico pra colocar o carro no batente.

É importante considerar também que muitos desses carros, por não terem valor, foram salvos de irem pra um ferro velho, desmanche ou direto pra prensa. Afinal, é o destino da maioria ser reciclada. Ou seja, não é "mais um que está deixando de ir pras mãos de um colecionador e sendo estragado", mas sim um carro que foi tirado do fim próximo e ganhou mais uma sobrevida na sua função de automóvel, pra consequentemente vivenciar mais histórias a serem contadas. 

A moral da história é: sempre que nos depararmos com algum carro mais antigo "fazendo hora extra" com qualquer tipo de serviço, vale muito mais a pena ficar feliz por ele ainda estar rodando do que achar que "podia estar em alguma coleção" ou coisa do tipo. Não são só os carros restaurados, lambidos ou com baixa quilometragem, sem restauro e impecáveis que têm seu valor. Esses mesmos carrinhos cansados e sofridos que não saem de casa só pra passear também têm seu charme e merecem ser admirados... reitero que estou tratando da regra e não da exceção. Se um exemplar de um modelo ou versão muito raro teve sua vida prolongada e está sendo usado como carro de serviço, talvez seja esse um caso em que compense trocar de mão e ser restaurado, pensando na preservação de parte da história. Mas não necessariamente também, uma vez que, pra isso, é necessário que o proprietário tenha interesse em se desfazer e algum comprador esteja disposto a entrar nessa empreitada. Se tudo se alinhar, ótimo. Se não, segue na labuta até o fim dos dias... acontece, não dá pra salvar tudo.

Bom. A ideia nem era escrever tanto, mas acabei me empolgando e avançando, até chegar nesse monte de palavra. Lembro a todos que esse é o meu ponto de vista, não é a verdade absoluta. Ponho-me à disposição pra ouvir a opinião das senhoras e senhores, seja ela convergente ou divergente da que foi aqui exposta. Deem vosso feedback, nunca é demais!

terça-feira, 9 de junho de 2015

Fiat Coupé 1995

Ainda no sábado, saí de casa e me deparei com essa cena:



O Fiat Coupé descia do caminhão-prancha e entrava na garagem... Só de ter a configuração original mantida, já é uma raridade! Essas rodas originais são lindas e raras... E a cor é pouco comum!

Espero vê-lo mais vezes! 

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Mercedes-Benz 560SL 1986

Continuo andando pelo Centro e, mais Mercedes!




Essa também parou no sinal, mas desfilava sobre a plataforma de um caminhão. Mais antiga, tem um V8 sob o capô e especificação americana, com rodas de liga e para-choques específicos. Não me lembro de já tê-la visto antes...

Centro, Rio de Janeiro - RJ.

sábado, 24 de maio de 2014

Chevrolet Impala Sport Coupe 1961

Flagra enviado pelo amigo André no meio da semana:


Ele disse que já conhece o carro de ter visto várias vezes por aí. É a primeira vez que vejo! Parece bem bonito. Uma Impala cupê "bubble top". Gostei!

André Grigorevski foi quem clicou e mandou!

Niterói - RJ.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Ford Model A Phaeton 1929 (dois!)

E já que o assunto são os Fordinhos, que tal esse flagra que outro amigo fez?



Dois ao mesmo tempo! E com o mesmo modelo de carroceria, quatro portas com teto móvel. Parece que os dois estão em pleno funcionamento, e têm até placas recentes. Bem que podiam estar rodando juntos, daria uma bela foto! Bacana é que eles têm esquemas de cores bem diferentes entre si.

Esses daí, quem viu e enviou foi o José Lapido!

Linha Amarela, Rio de Janeiro - RJ. 

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Dodge Dart de Luxo Cupê 1973

Olha que bacana, esses dias meu pai viu esse Dart bem pertinho daqui de casa, despretensiosamente:




Eu nunca o vi por aqui, mas o camarada disse que mora aqui sim! Verde Pinho é o nome dessa cor, salvo engano. Espero vê-lo pessoalmente em alguma oportunidade futura. O Dojão carregava um reboque com móveis a serem doados. Além do mais, pra quem se interessou, a máquina está à venda e, segundo o dono, ele tem "outros dois" só de peça.

Mais uma do Osvaldo Marques!

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Mercedes-Benz 170 1951 / Mercedes-Benz Ponton 1958

Olha que curioso! Um grande amigo flagrou na semana que passou, mais exatamente na quinta-feira, a mesma Mercedinha postada esses dias - e cuja foto de minha autoria participa de um concurso -, juntamente com outra raridade: uma Ponton 58!




Segundo ele, os dois estavam chegando ao Palácio do Catete pra participar da gravação do filme do Presidente Vargas. Como dito, eu já conhecia a preta, mas a bege não me lembro de já ter visto... Já postei aqui um flagra de uma Ponton placa preta perfeita, já conhecida dos encontros cariocas... Sem dúvida, um belíssimo e pouco provável flagrante!

Quem viu e mandou foi o amigo Marcus Vinicius!

Catete, Rio de Janeiro - RJ.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

GMC COE flatbed truck 1951 / Picape Chevrolet

Olha aí essas cenas de filme que outro camarada enviou!



Quem acompanha todas as postagens certamente conhece essa GMC COE 51, que já foi postada aqui! Ela foi vista transportando uma picape da mesma "família" e da mesma época. Como já foi mostrado aqui, os proprietários dessa COE são fãs das picapes e caminhões! Pelo estado, pode ser que essa seja mais uma comprada pra ser restaurada! 

Quem flagrou foi o Mário Cesar e a sua esposa, Patrícia Tavares, que tirou as fotos!

Ponte Rio-Niterói - RJ.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Plymouth Road Runner 1974

Nosso leitor flagrou uma preciosidade automobilística sendo transportada na rodovia!





Era nada menos que um Road Runner laranja! Mais clássico impossível... Dá pra imaginar que ele está no meio de um processo de restauração, mas o fato de estar pintado de uma cor gritante, com as faixas pretas e o tradicional "papa-léguas" já dá toda sua característica própria! Uma raridade por aqui... Já foi postado aqui no RAC um Plymouth Road Runner laranja 70, impecável de tudo!

Quem envia essa é o Sergio Nascimento!

Porto Alegre - RS.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Chevrolet Opala Cupê 1977 (Não, peraí...)

Quinze minutos depois de ter visto e fotografado um lindo Opala com as três bolinhas de cada lado, relativamente raras, avistei mais um com essa configuração, em cima de uma prancha! Quais as chances de isso acontecer? Comecei a tirar as fotos...



Quando olhamos a frente...



Inacreditável! Parece que a maior parte da carroceria é de um Opala anos oitenta, emendado com uma traseira de um 75-79! Tudo bem que os Opala tiveram as formas gerais praticamente inalteradas durante todo o período de mercado... Mas esse é um caso que passou um pouquinho da medida! 

Niterói - RJ.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Carro do Leitor - VW 1600 Variant "Professora" 1974

Acabei de mostrar a contribuição de um leitor com uma Variant 70, e agora mostro mais essa, que tá original, também é do Rio Grande do Sul e tem até um interessante texto anexo, contando sua história!


"Boa noite, Matheus. 

Sempre estou dando uma olhada nas novidades do blog, hoje resolvi mandar "esse vale uma foto" da camionete de pescaria do meu coroa (assim chamo ele, com todo respeito, é claro...). A história dela é mais ou menos assim: 

Fui comprar um reboque que um mecânico amigo nosso tinha comentado que estava à venda. Chegando lá, num sítio perto da cidade, fomos recebidos por um casal super gente boa (eles, já bem mais experientes que eu... hehe Assim que me refiro às pessoas mais antigas, é um jeito simpático que achei pra tratar os mais velhos). 

Bom, fomos até um galpão onde estaria o tal reboque. Quando o homem abriu o portão, fui direto na Variant, né... O senhor me chamava e nós nem aí pra ele: estava eu e um amigo já embaixo da tal Variant... Conversa vai, conversa vem, o casal nos contou a história do carro, que já estava com eles desde 1977 - e o curioso é que ela tem até nome: 'Professora'. 

O casal tem quatro filhos, todos aprenderam a dirigir com ela. Nos fins de semana, iam para o sítio e lá praticavam com ela... Resumindo: Comprei o reboque e a 'coisinha' também... Isso foi em 2005. Meu pai tem ela até hoje e está bem guardada, só sai pra pescar... Somos do mesmo ano, 1974.

Abraço."

Quem envia a interessante contribuição é o Vitorio Soder!

Santana do Livramento - RS.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Chevrolet Veraneio (alongada) 1971

Depois de umas horas em Curitiba, missão cumprida, voltamos à estrada novamente, até São Paulo! Lá, descansamos na casa de um camarada pra seguir viagem! Deu tempo de conhecer a raridade que ele possui!









Eu mesmo nunca tinha visto essa versão, nem ouvido falar... Segundo ele, saíram 8 de fábrica nessa configuração, no ano de 1971. Tremenda raridade! Foi produzida sob encomenda à GM, ex-veículo da P.E. Por fora, ela é toda original. Por baixo, motor de Chevrolet Brasil com câmbio 5 marchas da D-20, kit gás e freios hidrovácuo. Pra completar, insulfilm nos vidros! Pra quem curtiu, o carro está à venda...

Tucuruvi, São Paulo - SP.
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