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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Chevrolet C15 1968

Já faz tempo que vejo essa picape no mesmo local e na mesma situação...



Estranho é que é um modelo raro, se compararmos com os modelos mais comuns, a C14 (versão comum, de chassi mais curto) e a C10, nomenclatura usada a partir de 1973. A parte que pode ser vista se apresenta bem original, com as duas calotas centrais inclusive. A porta está entre-aberta. Nada de películas nos vidros. Curiosamente, há duas placas na traseira. Alguém sabe a razão? Gostaria muito de ver essa daí restaurada!

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ. 

Chevrolet Opala 1978

Esse Opala cupê eu vi num fim-de-semana, mas infelizmente só deu pra tirar uma foto, que ficou com reflexo!


Ainda hesitei em postar, mas acabei optando por mostrá-la, depois de tentar melhorar numa edição. O carro está muito bonito, tem até teto de vinil bege. Gosto muito dessa cor. Só trocaria essas rodas mais modernas pelas originais! O condutor usava chapéu, dando um estilo ainda mais próprio ao clássico! Se eu tornar a vê-lo, certamente farei melhores fotos e voltarei a publicar!

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

Revisitando: Ford Belina I 1971

Hoje essa Belina passou por mim e eu fui atrás! Quando a vi parar, procurei uma vaga por perto, estacionei e lá fui eu fazer o registro e conversar com o dono!








Assim que ela passou, vi que estava conservada de uma forma diferente! Apesar de alguns itens não originais, o conjunto é muito bonito e íntegro. Segundo o proprietário, que gosta de uma conversa, ele a adquiriu em 73. Assim que soube que ela estava largada numa garagem de casa praticamente desde zero, foi lá resgatar, afinal procurava um carro pra viajar com os filhos. Na época, o odômetro marcava menos de 1000 Km. O carro rodou pouquíssimo, bateu na traseira, teve um serviço de lanternagem e pintura mal feito e a dona deixou de lado. Ano que vem ela completa quarenta anos com ele!

De lá pra cá, foram muitos quilômetros rodados, muitas viagens com o motor original, que já foi trocado pelo do Del Rey. As cinco rodas também foram substituídas pelas do Corcel II, presente de um amigo. Todas estão conservadíssimas e com as calotas centrais. As lanternas traseiras originais provavelmente quebraram na batida e foram repostas por diferentes. A suspensão toda foi trocada pela do Del Rey e os bancos dianteiros são mais modernos. O painel, após o furto do rádio original Philco Ford, ganhou um aparelho de som mais novo. Muito pitoresco também é o ventilador, além de bastante funcional! A pintura interna nunca foi retocada! O que me chamou a atenção nesse carro foram os frisos, todos praticamente novos (os dos para-lamas foram jogados fora por conta da oxidação da lataria, e hoje o arrependimento bate!), a chave original e o bater da porta: é só soltar que ela faz "plec"! Belina muito bacana!

Abaixo, publicidade de época com uma foto exatamente igual a como ela saiu da fábrica!


Nota: só foi descobrir que ela já tinha sido postada aqui quando olhei o outro post! Fotografada por um amigo, em outro bairro, em outra circunstância! Jamais iria imaginar!

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

Plymouth Savoy 1959 / Camaro 1974

Hoje é Halloween! Não vou fugir ao tema e prometo mostrar um modelo de carro praticamente igual ao do clássico filme "Christine"! Savoy, Belvedere e Fury compartilhavam da mesma carroceria, tendo apenas diferenças pontuais enter si. A estrela do filme é um Fury, enquanto a das fotos abaixo é um Savoy.










A história do carro é longa. Ele foi adquirido juntamente com um Dodge Kingsway 1952. Ambos estavam em uma fábrica de elevadores e foram anunciados juntos. O interesse do camarada era só na compra do Dodge, mas papo vai, papo vem, acabou negociando os dois a um preço mais interessante. Estavam parados mais ou menos desde a mesma época, só que o Dodge passou quinze anos em um local coberto, em cima de quatro cavaletes, enquanto a Plymouth ficou no tempo. Durante essa estadia, acabou tendo a guia quebrada. 

Pouco tempo atrás, o Dodge foi vendido e a Plymouth ficou, e começou a passar pela reforma. Digo reforma porque não consiste numa restauração, visto que não tem como objetivo trazer de volta a originalidade do carro. Por conta do vidro traseiro quebrado e consequente entrada de água - que comeu tudo em volta do vidro -, o proprietário resolveu fazer um semi-conversível. A capota de lona (do Escort) só chega até o limite da coluna, logo daí em diante o teto é em chapa. Com a modificação, as portas traseiras passaram a não mais existir. Nas portas que sobraram foi instalado vidro elétrico. Os vidros originais, muito pesados, foram descartados e serão substituídos por acrílico, mais leve. Também não existe mais o bocal lateral de abastecimento. Um tanque de Opala foi colocado no porta-malas, e a tubulação será refeita e adaptada. O capô original ganhou um scoop falso. Sob ele, o motor original foi vendido e em seu lugar já foi colocado um Mopar V8 318 e caixa Dodge. No interior, receberá bancos de Opala, coluna de direção hidráulica também do Opala e volante Shutt. O painel de instrumentos é original e foi restaurado. Originais também são as rodas, todos os frisos de inox, faróis e lanternas. 

É um carro indiscutivelmente fantástico, se todo original. Foi produzido no ano auge do design automotivo. Além disso, ainda é extremamente raro, sobretudo no Brasil. Não sou contra adaptações, mas achei a quantidade e características pesadas demais pra um carro dessa estirpe. Pra quem se interessou, ele vende por R$ 30 mil. 

Ainda tem o Camaro Type LT que o faz companhia na garagem:







Esse sim, todo original e muito bonito. Motor V8 350 e interior muito novo. Não tem adaptações nem enjambrações. Foi a realização de um de seus sonhos. Em 75, passou de ônibus em frente a um cinema aqui da Ilha e avistou o carro estacionado, 0Km, do dono do estabelecimento. Foi amor à primeira vista! Depois de alguns anos, o sonho seria realizado. Foi comprado direto de um colecionador. O carro é lindo demais!


Ainda tem uma Lambretta L175 no meio deles!



Essa teve baixa dada no Detran, e ele vende pra aproveitar peças, pra quem se interessar. Foi uma pena eu não ter conhecido o Dodge Kingsway 52 que, assim como o Camaro, era todo original! Já postei um 1950, acho lindíssimo...

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Mitsubishi Eclipse

Mais um que já partiu...






Triste, era um exemplar de uma geração que eu considero lindíssima, princípio dos anos noventa. Já postei inclusive, há um bom tempo, um 1991 vinho aqui que estava também na rua, mas em situação plenamente recuperável. Esse talvez tenha servido de doador pra algum outro, ou talvez só tenha sido encostado ad aeternum, mesmo. Tem peças no interior, e o para-choque traseiro também está ali por perto. Não parece que se envolveu em acidente. Quando parou, já não tinha mais as rodas originais, pneus já nas últimas...

Flagra do Osvaldo Marques!

Rio de Janeiro - RJ.

Chevrolet Bel Air 1959

Mais um do tipo "para tudo"! Produzido no que foi, pra mim e pra muitos, o ano de ouro da história do automobilismo mundial. O que foi feito - sobretudo - naquele ano foi imortalizado como o que tem de mais belo. Jamais será esquecido! 













O que são essas linhas? E essas curvas? E as lanternas, painel interior, tudo? Obras de arte sobre quatro rodas! Nosso grande amigo teve a felicidade de, ao entrar em uma loja de roupas, se deparar com a joia acima! Maravilhoso de tudo, parece que não tem um defeito! O que será que falta pra essa placa (com o ano do clássico estampado) virar preta?

Selecionei um trecho do e-mail, relato do nosso camarada, pra vocês!

"(...) Estávamos indo a um shopping da cidade quando vimos uma loja de roupas próximo e resolvemos entrar. Olhei pro chão e tinha um pequeno tapete (igual a esses que temos na porta de casa) com o desenho de um Belair desses. Achei simpático e entrei na loja. Olhei pro lado e vi, atrás de várias daquelas "araras" de roupas, um teto branco de carro. Na hora fui ver o que era e tive essa surpresa mais do que agradável! Perguntei à vendedora se podia tirar fotos e lá fui eu...  O carro está impecável! Coisa linda mesmo, não tem NADA que eu tenha visto de errado. Talvez possa até ter algo fora do original (o que eu duvido, mas como não entendo muito desses modelos, não sei dizer), mas está impecável MESMO. No para-brisa, tinha um papel dizendo o modelo, ano, e também dizia que a loja era a proprietária do carro.  

Abraços!"

Formidável, não?

Brilhantemente, André Grigorevski!

Blumenau - SC.

Ford Maverick V8 1974

Meus primos fizeram um registro bem parecido com o do 74 vermelho que haviam feito!



Nos dois casos é um Maverick, e ambos com rodas gigantes! Particularmente, acho mais bonitas as das imagens acima, têm mais a ver com o carro! Claro que, mais do que elas, prefiro ele todo original! Quanto à versão, apesar dos adesivos, acredito que não seja um GT legítimo. No geral, tá muito bonito e muito bem conservado!

Valeu, Jonas e Allan Marques!

Macaé - RJ.

Fiat Uno Cabriolet Sultan

E o blog tá ficando cheio de exemplar dessa rara versão! Um bom sinal, nossos leitores estão cada vez mais aguçados! Já mostramos aqui um azul e um vermelho! E o mais bacana é que a cor não se repete, o próximo é branco:


Assim como os outros, não está perfeito mas o estado de conservação parece razoável. As rodas também já não são mais as originais (talvez porque sejam estranhas pra muitos), foram substituídas por réplicas do irmão mais novo Stilo. Fora isso, dá pra ver também que o espelho retrovisor não foi modernizado. Pena que a frente e o painel estão cobertos na foto! A julgar por dois dos três flagras, parece que essa versão tá fugindo das nossas lentes!

O clique foi da Lilian Capriolli!

Santo André - SP.

Chevrolet Opala (Polícia Ferroviária Federal)

Uma raridade desse nível não merecia um destino desse!




Por anos foi servidor público federal e ainda preserva os adesivos indicativos, placas brancas e até o estilosíssimo giroflex! Por que será que está na rua? Terá sido arrematado num leilão? Seria muito bacana ver esse carro restaurado e caracterizado num encontro, sobretudo pela história que a PFF carrega. A corporação tem o título de "menor polícia do mundo" e poucos têm conhecimento de sua existência. Tudo isso graças à privatização das ferrovias brasileiras, em 1996, que praticamente a inutilizou. Quem quiser ler mais a respeito, recomendo esse pequeno texto

Brilhante contribuição do Wagner Costa!

Guadalupe, Rio de Janeiro - RJ.
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