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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

VW Santana EX Automático 1990

Falando agora de um dos principais concorrentes do Monza Classic 500 EF do último post, e que eu inclusive citei, trago fotos de um Santana Executivo, objeto de desejo na época em que foi lançado:



Ele veio prá causar! Considerada por muitos a melhor versão de Santana já produzida, tinha o intuito de competir com os importados. Custando 60% a mais em relação ao Santana GLS, top de linha até então, oferecia alto nível de luxo e conforto, além de itens exclusivos. Sua tiragem se limitou a 5.000 caríssimos exemplares. Trazia de série, além do motor AP 2000 com injeção eletrônica (foi o primeiro sedan nacional de quatro portas injetado), direção hidráulica, ar condiconado, vidros elétricos, rádio toca-fitas com antifurto, amortecedores pressurizados a gás, entre outros. Havia opção de transmissão automática de três marchas, também. As cores disponíveis eram preto, vermelho e azul, todas metálicas.

Na parte interna, bancos Recaro em tecido navalhado ou couro uruguaio com apoiador para braço - no caso dos bancos dos traseiros e a inscrição EX nos tapetes. Do lado externo, os itens exclusivos eram os logotipos com o nome da versão, aerofólio na cor da carroceria com brake light embutido, lanternas traseiras escurecidas, escapamento com saída oval, grade grafite de três aletas e rodas douradas (ou prateadas, como opcional) com desenhos semelhante às BBS alemãs. As críticas comuns eram à falta de computador de bordo, de regulagem de altura do volante e à peça de borracha que tapava o buraco original da antena no paralama. Não era por menos, o carro custava cerca de 1,4 milhão de cruzados novos!

Agora, quanto à essa unidade das imagens acima, se mostra bem inteira. Além do mais, é a top das top, com câmbio automático. As rodas são prateadas. A única ressalva que eu faria é quanto à ausência do aerofólio e à posição dos logotipos na traseira. Provavelmente o carro já foi repintado, e possivelmente nesse processo, teve a ordem trocada. Originalmente, a inscrição "2000" vem à esquerda, abaixo da lanterna; "EX" exatamente do lado oposto, e "Automatic" era posicionada acima da lanterna direita, já na tampa do porta-malas. Mas é só um detalhe, realmente. De resto, o carro tá bem interessante.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

Chevrolet Monza Classic 500 EF 1990

Pouco tempo depois do lançamento do primeiro carro com injeção eletrônica fabricado no Brasil, o Gol GTi, pela Volkswagen, a Chevrolet lançou o primeiro GM brasileiro com essa tecnologia, o Monza Classic 500 EF. A versão configurava uma edição especial, em comemoração à conquista das 500 Milhas de Indianápolis, por Emerson Fittipaldi.





Esse aí de cima era um dos carros de alto luxo de produção nacional (O Santana EX era seu concorrente à altura, nesse quesito). Não tinha opcionais, a não ser a pintura perolizada. Curiosamente, era disponível em apenas duas cores: preto e vermelho, ambas perolizadas. Sua proposta não é exatamente ser um carro esportivo. Esse mercado já pertencia ao Kadett GS. O público-alvo, nesse caso, eram aqueles que procuravam luxo e conforto aliados a um toque de esportividade. 

Com apenas um opcional disponível, a configuração era de um carro completo, como os Monza Classic tradicionais: ar-condicionado, fechadura do porta-malas com controle remoto, computador de bordo com sete funções, entre outros. Dentre os itens exclusivos da versão, além da injeção eletrônica, trazia um aerofólio discreto, na cor da carroceria, bancos de couro de série, logotipos "500 EF" nas laterais, no volante e nos tapetes. A princípio, a ideia era fabricar 5.000 unidades, não sei se foi produzida uma quantidade extra.

O que me chamou a atenção no exemplar fotografado por mim é a configuração de duas portas. O objetivo inicial, até onde sei, era somente disponibilizar quatro portas. Provavelmente essa decisão veio posteriormente. Outra coisa é que ainda mantém os adesivos, aerofólio, frisos e rodas originais. Até o banco de couro aparenta ser original. Único pecado cometido, a meu ver, foi a tentativa de "modernizar" a grade dianteira, que tirou a sutileza e classe do carro. Mas tá muito fácil de colocá-lo em estado de zero!

Botafogo, Rio de Janeiro - RJ.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Audi 80 Cabriolet

Ainda no clima dos conversíveis, esse é mais um alemão estacionado no Rio de Janeiro:


Muito original, assim como a BMW 325i, esse Audi é um raríssimo representante aqui no Brasil. Seguindo a regra predominante das cores de carroceria... Se o último era preto, provavelmente esse seria prata. E é!

A propósito, postei aqui no blog já um Audi 80 Avant 1994, de que cor? Preto!

Mais um ótimo registro do Marcus Lauria!

Rio de Janeiro - RJ.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

BMW 325iA SC2 Regino Conversível (E30) 1987

É sempre mais bacana quando se vê um carro antigo conversível no nosso Brasil, né? É uma configuração tão rara de se ver por aqui. Uma vez, postei uma BMW 325i semelhante a essa, só que estava abandonada na rua com os vidros e o porta-malas abertos, e não era conversível. Ao contrário da outra, essa daí tá nos trinques:


Confesso nunca ter visto uma dessa ao vivo. Linda, mesmo. O desenho, tanto da traseira como da dianteira desse carro, é muito interessante! E a cor preta combina muito bem com um BMW. Sensacional! Ah, e repararam no belíssimo interior bege, que a torna ainda mais rara?

Flagra do Marcus Lauria, do Carpoint News!

Rio de Janeiro - RJ.

domingo, 28 de agosto de 2011

VW Golf MK1 Cabriolet

Certa vez, postei fotos de 3 gerações do Golf enquadradas em uma mesma imagem. Mostrava representantes das gerações segunda, terceira e quarta. Essa, tirada na mesma cidade, é a foto de um Golf MK1, da primeira geração:



A primeira geração do hatch foi lançada em 1974, mas a variação de carroceria conversível só apareceu em 1980. O exemplar da foto não tá exatamente em perfeito estado, mas não dá prá dizer que tá ruim. Parece bem íntegro e com os detalhes no lugar. Já é bem difícil encontrar um Golf MK1 Cabriolet inteiraço, de fato.

O bacana é que tem uma parte emotiva, esse flagra. Tenho uma miniatura desse modelo desde criança, muito novo. E sempre quis ver um de verdade, na rua. Aqui pelo Brasil, nunca aconteceu. Daí, assim que avistei um, tive que fazer o registro! Não foi no Brasil, mas realizou um pequeno desejo de infância! :)

Paris, França.

sábado, 27 de agosto de 2011

Dodge Coronet 1952

O protagonista do post de hoje, além das placas amarelas, carrega uma história muito interessante nas costas. Na verdade, duas:




Segundo nosso leitor que enviou as fotos, o carro pertenceu a um segurança do Leonel Brizola. Portanto, já "deu carona" a uma galera importante, como Jânio Quadros e João Goulart, além de tantos outros políticos daquelas épocas. Ao menos, foi esse o relato do proprietário do veículo, Sr. Nadir, que já foi segurança de Brizola.

Pois bem. Vamos à sua "segunda história": Eis que, no dia 2 desse mês, veio a falecer o Sr. Nadir, proprietário do veículo. Nosso leitor, que enviou as fotos, já havia feito contato com ele algumas vezes, e inclusive feito propostas de compra, sempre negadas. Qual não foi a surpresa do Marcos ao saber que o Dodge foi vendido alguns dias após o falecimento, a um preço três vezes mais baixo que o oferecido antes? A família precisava de dinheiro e simplesmente vendeu a um preço qualquer, provavelmente pro primeiro que apareceu. 

Pro nosso caro leitor, fica prá próxima... Pro novo dono, que traga de volta os dias de glória do suntuoso Dodge!

Valeu pela contribuição,  Marcos Gomes Juarez!

Jaguarão - RS.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

VW Fusca

Agora a cena que ilustra a segunda e última parte dos "inusitados" da "Sexta-Feira do Fusca" beira o inacreditável!


Sim, esse Fusca estava andando na rodovia Niterói - Manilha! Guerreiro é guerreiro... O problema é o risco que ele tá oferecendo a quem passa perto! Até que ainda sobrou alguns acessórios, como a calota da roda dianteira e o retrovisor "raquete".

Primeiro flagra do Jow Silva!

Rodovia Niterói-Manilha - RJ.

VW Fusca Furgão 1985

Hoje mostro a vocês cenas inusitadas nas estradas do Rio de Janeiro, em dois posts. Prá começar, esse Fusca amarelo foi visto rodando na Linha de mesma cor:




Trata-se de algo que já foi um dia um Baja Buggy 1985, ao que se vê pela traseira. Em cima do motor, foi adaptado um baú prá transformá-lo em um utilitário tipo Fiorino. Os retrovisores acompanharam o, hm, estilo. A cabine, do Fusca, foi mantida. O estranho é que a frente é a tradicional do Fusca, o que não ocorre no Baja, que tinha uma frente própria. A adaptação funcionava como "viatura" de uma empresa de dedetização no Rio de Janeiro, a "Insetisan". Alguns Fuscas foram preparados e pintados de amarelo, com a logomarca da empresa. Esse daí é um forte sobrevivente dessa frota!

Flagra do amigo Daniel Alves!

Linha Amarela, Rio de Janeiro - RJ.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Ford F-1 1951

Já andou sendo postado por aqui um flagra de um carro muito semelhante a esse, que também anuncia o Jornal "Primeira Mão", tinha até vídeo! Lembram?



Do mesmo ano que o furgão da Chevrolet, a caminhonete Ford de motor V8 também ostenta o ano de fabricação na placa. A diferença é que essa daí tem um adesivo na porta, que faz referência à "SuperAuto", que é parte do "Primeira Mão". Charmosa maneira de fazer propaganda, não?

Outra dele: Lucas Figueiredo.

São Paulo - SP.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Ford 1930

Estacionado em plena cidade, em 2011, como se fosse um carro qualquer! Esse vale uma foto, de fato!


Legal demais ver um carro com seus 81 anos no cotidiano da cidade, normalmente! Uma boa restauração deixaria esse carro tinindo!

Em tempo: quem reparou que a placa dianteira do carro APARECE na foto? rs Pois é! Ainda por cima, é uma placa do ano: 1930. Quase invisível de longe, só dá prá ver ao ampliar a imagem. :)

O autor do flagra é o Luan Zubaran!

São Borja - RS.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Chrysler New Yorker Brougham Sedan

Depois da famosa ladeira na Tijuca, esses carros passaram até a ser comuns aqui nesse blog! Mas as imensas barcas americanas são raras por aqui. E não é que eu também avistei um Chrysler New Yorker naquele mesmo estilo? 

















Branco como os outros, esse daí se diferencia por ser Sedan e por um outro detalhe muito curioso: ainda tem a placa de Kentucky, de onde ele veio, nos Estados Unidos! Nem acreditei quando vi. Além disso, claro, deu prá fazer uma série de fotos mais minuciosas, com closes de detalhes e até do interior e do cofre do motor. 

Em algumas das imagens, dá prá comparar o tamanho dele com o de uma Mercedes-Benz, já considerada grande por nós brasileiros! Deixa a elegante alemã se parecer tão compacta!

Lindo demais!

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Ford Escort Guarujá 1992

Dentre os mais novos, poucos conhecem a versão menos comum do Escort da segunda geração brasileira. O "Guarujá" foi lançado aqui em 1992:




A versão marcou a volta do modelo 4 portas ao nosso mercado, ausente desde 1986. Embora tenha um nome bem brasileiro, veio da Argentina através de um acordo automotivo pelo Mercosul, que acabava de "nascer". Utilizava o já tradicional motor AP 1.8. Muita gente criticou o nome (principalmente os não-paulistas) e o gosto duvidoso dos itens da versão. Aerofólio na cor do carro, que não orna em nada, e rodas esquisitíssimas, cheias de bolinhas. Era a única opção prá quem queria um Escort de quatro portas na época. Ou esse com rodas de bolinha e aerofólio, ou duas portas! "E tenho dito!"

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

VW 1600 TL 4 portas 1972

Ontem passei por esse carro, que me fez parar prá fotografar:



Limpadores de parabrisa, só nos dias de chuva: "Quase me roubaram, uma vez", relata Marcos



Apesar da relativa bagunça, tudo funciona direitinho: "É carro de dia-a-dia", diz o dono.

A gente vê poucas unidades do TL 4 portas hoje em dia. Ele foi lançado como uma opção atraente aos taxistas, que utilizavam muito o VW 1600 "Zé-do-Caixão". Interessante é que eu postei recentemente uma foto de 1974 que mostra um modelo idêntico ao de cima, porém táxi!

Tive a oportunidade de conversar com seu proprietário, Sr. Marcos, que estava próximo ao carro. Fiquei sabendo que o carro foi comprado por ele zero quilômetro, e que usa diariamente, inclusive prá fazer viagens interestaduais. Tudo funciona perfeitamente. Segundo ele, "o carro nunca levou uma bordoada", nunca se envolveu em uma batida. Já recebeu diversas ofertas, tendo sempre recusado. "Não vendo, esse aqui tem valor sentimental. Dinheiro não vai comprar, tenho muita história ao lado dele", disse. Certa vez chegou a ficar intimidado, porque o sujeito queria comprar o carro de qualquer maneira! No final das contas, a negociação chegou à exaustão, o indivíduo se rendeu e desistiu!

Detalhes como friso e limpadores de parabrisa (que são encaixados em dias de chuva) estão guardados consigo. O motivo prá não usá-los é o receio pelo furto das peças, visto que já presenciou um estranho mexendo em seu automóvel, quando estacionado em Vitória - ES. Contou, ainda, que o carro está prestes a passar por uma pequena reforma e prometeu entrar em contato prá enviar fotos dele reformado, quando assim acontecer!

Facilmente se percebe que esse TL, apesar de usado dia após dia, conserva tudo original ainda. Acredito que a cor da carroceria seja "Azul Pavão", do catálogo de 1972 da Volkswagen.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ. 

Sexta-feira do Fusca - Fila de 8 Fuscas táxi + 1 branco nos anos 70!

Com vocês, essa interessante foto tirada em Porto Alegre na década de 70:


São nada menos que oito Fuscas táxi, parados e enfileirados em um ponto! Além deles, ainda há um atrás deles e outro, lá na outra ponta!

Mais uma evidência do sucesso que o Fusca fez!

Foto retirada de site da internet, não me lembro exatamente qual.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Citroën DS pela Europa

Depois do esplêndido achado do post passado, aproveito prá mostrar também o seu precursor, o Citroën DS. Nem de longe é tão raro como um SM no Brasil, mas pela idade do lançamento, já é difícil de se ver em qualquer esquina, ainda que seja na Europa.

Em Milão, com fotos mais detalhadas do que os outros, estava estacionado na rua:


Após algum tempo estacionado, sua suspensão se altera prá posição mais baixa, como na foto acima.


Posição nada convencional do retrovisor central.

Traseira única, com os piscas muito bem posicionados!

Apesar de razoavelmente inteiro, os bancos estão acabados!

Esse outro, avistado de dentro do apartamento, em Paris, é um DS fazendo a curva lá embaixo na rua:

Citroën DS 21 Pallas (1963-1967) - O mais antigo dos três. Reparem no seu conjunto ótico na frente: faróis redondos e sem a capa protetora de vidro. Tem ainda o teto de cor diferente do restante da carroceria.

Por fim, esse daqui estava exposto em um showroom da marca na badalada avenida Champs-Élysées, também em Paris:

Citroën DS 21 Pallas

Algumas características marcam muito a difereça entre o DS e o SM. O primeiro foi feito mais prá família, sem nenhum quê de esportividade, o contrário do segundo, feito em parceria com a esportiva Maserati. Mas, como eu disse antes, a maior parte dos sistemas tecnológicos avançados já estava presente no irmão mais velho.

Todas as fotos foram contribuições do Osvaldo Augusto.
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