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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Trabant 1989

Mais lembrança que recebi do exterior...




Esse amigo esteve na Alemanha, viu esse Trabby que, claro, chamou sua atenção, clicou e me mandou... Na verdade são dois Trabant coloridos com pintura parecida, dá pra ver outro no fundo das fotos. A diferença é que o outro é uma interessantíssima SW, mas que esse amigo não fotografou... 

Não é a primeira vez que aparece esse carrinho aqui no blog, ícone da Alemanha Oriental. Já postei flagra até de um aqui no Brasil mesmo...

Quem mandou foi o Lourenço Andrade!

Mitte, Berlim, Alemanha.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Nissan Figaro 1991

Mais flagra diretamente do exterior! Quem acompanha aqui sempre com certeza já conhece o raro Nissan Figaro, já contei os detalhes da história desse modelo retrô nesse post aqui, de 2011. Dois apareceram neste blog já, um visto na França e outro na Escócia. Esse daqui também foi visto no Reino Unido, bem como este último.





Uma das partes mais legais são as quatro cores oferecidas, cada uma homenageando uma estação do ano. No post referido tem todos os detalhes e os nomes delas. Os dois outros Figaro que já postei eram "Lapis Grey", cor que homenageava o inverno. Essa unidade específica parece ter sido repintada de uma cor não-original, que por sinal eu adorei. Lembra nossa "violeta Pop", oferecida pelo Volkswagen para o mercado nacional.

Mais uma da minha tia Regina Marques!

Londres, Inglaterra, Reino Unido.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Carros "da galera" nas Olimpíadas - VW Fusca 1968

Modalidade de post que não publico há muito tempo, por motivos óbvios... É bem mais comum de se ver uma caracterização de carro antigo em época de Copa do Mundo por aqui, mas como as Olimpíadas dessa vez acontecem no Rio, há mais chance de o pessoal se empolgar.



Tudo bem, o Fusquinha não tem o mesmo naipe das atrocidades que já foram publicadas aqui, mas tá enfeitado o suficiente pra se enquadrar no modelo. Diferente dos outros casos, em que na maioria esmagadora das vezes, a "vítima" teve o teto cortado, não há nenhuma alteração irreversível aparente, e a julgar pelo pouco que dá pra ver, parece até que o carrinho não tá tão judiado. Espero que realmente ele seja "desfantasiado" ao fim das Olimpíadas e não seja descartado, como costuma acontecer em muitos casos...

Parou bem em frente ao restaurante em que almoçávamos.

Niterói - RJ.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

VW Fusca 1969 "Rumpelstiltskin" - Comprei!

Finalmente saiu! O meu Fusca e o post sobre o meu Fusca! 


Todos me cobravam, todos se perguntavam e me perguntavam por que eu ainda não tinha meu carro antigo (na verdade tenho o Corcel II 80 que era do meu avô desde zero, mas não pretendo fazê-lo agora, queria um carro já pronto pra andar), sobretudo um Fusca, dada a minha paixão pelos besouros. A hora chegou, e no final de janeiro, depois de alguns meses olhando um sem-número de anúncios na OLX, encontrei um Fusca que se encaixasse no que eu procurava. Depois de algumas visitas a alguns carros que não me agradaram (quase sempre Fuscas), resolvi ir mais longe e fui até a pequena e desconhecida cidade de Nepomuceno, na Zona da Mata Mineira. Esse foi o anúncio que vi:


Eu já tinha decidido que iria ver o carro, mas as circunstâncias não ajudavam. Muito trabalho pra entregar me impedia que eu conseguisse ir até lá durante a semana, e se eu fosse num fim de semana, não conseguiria resolver os trâmites do cartório, que estaria fechado. Em determinada quinta-feira, vi que daria pra adiantar os trabalhos do dia seguinte (mas tudo em cima da hora na correria máxima), terminei o trabalho, deixei tudo engatilhado aqui, comuniquei meu amigo Renatinho que já estava de sobreaviso, me arrumei, pedi ajuda ao meu pai pra levar a gente na rodoviária e lá fomos nós, com os minutos contados. Meu pai dirigiu o carro (sem pôr nossa segurança em risco, cabe ressaltar) como se estivesse em uma moto, e magicamente conseguimos chegar à rodoviária faltando um minuto pro ônibus partir (não deixei as passagens reservadas porque não tinha como saber com antecedência que daria pra eu ir), corremos até o guichê e conseguimos - aparentemente - avisar ao funcionário do balcão que ainda havia mais dois passageiros no ônibus por chegar. Ele avisou via rádio à plataforma, e fiquei mais tranquilo. Liguei pro sr. Batista (então proprietário do Fusca) pra avisar-lhe que já estava me encaminhando para o ônibus. Enquanto passava o cartão pra pagar as passagens, conversava com o sujeito ao celular, o qual me dizia naquele momento que "fulano de tal de Guaranésia (cidade vizinha) iria buscar o carro no domingo e pagaria mais do que o valor combinado". Por um momento arregalei os olhos, mas foi só por um instante até ele completar "mas nós combinamos o preço antes, então o que foi dito permanece igual" e me fazer suspirar aliviado. Confesso que fiquei positivamente surpreso com a posição dele, e desci a ladeira correndo em direção à plataforma pra embarcar, já mais aliviado e acreditando que a humanidade ainda tem conserto.

Chegando lá, nenhum ônibus da empresa. "O ônibus pra Lavras já saiu", disse um dos funcionários lá de baixo. Ao perguntar sobre a ligação pedindo pra "segurar" o ônibus, todos negaram com convicção que ninguém havia comunicado nada. Eis que avisto ao longe outro uniformizado da empresa, andando como quem vinha da saída da rodoviária. Saímos correndo apontando pra um ônibus da empresa e perguntando se era "Lavras", ao passo que ele confirmou e correu junto conosco, pedindo ao motorista que parasse o veículo (que já estava metade pra fora da rodoviária) para que pudéssemos entrar. Daí em diante, respiramos fundo com aquela sensação de "quase que dá errado" e tudo seguiu normal! Viagem correu bem, um pouco de ansiedade, não dormimos quase nada, chegamos de manhã bem cedo em Lavras, e de lá partimos sem transtornos pra cidade de Nepomuceno, onde se encontrava o motivo de nossa jornada.

Como já era de se esperar, chegamos mais cedo que o combinado, e decidimos fazer um tour a pé pela cidade. Em poucos minutos, já tínhamos andado quase tudo e conhecíamos boa parte do município, que aliás é muito aconchegante e acolhedor, qual seus habitantes. Ah, sim. Vimos uma quantidade significativa de Fusca por lá, "99% acabados, mas aquele 1% conservado"... Passamos por uma meia dúzia de três ou quatro muito inteiros e originais! Vi ainda dois ônibus antigos interessantíssimos ainda rodando normalmente, um dos quais consegui fotografar. Aliás, a foto abaixo ilustra o que eu conheci da cidade. Vias tranquilas, cachorros na rua e muita devoção por Nossa Senhora Aparecida.


No horário marcado, liguei pro camarada, que me explicou como chegar à oficina em que o carro estava, e nos encaminhamos até lá. Essa foi minha primeira visão:


Gostei demais, já à primeira vista! Claro, aos poucos fui vendo o defeitinho ou outro que o carro tinha (pela faixa de preço que eu queria, já sabia que não encontraria um carro impecável e perfeito de tudo, e nem era essa a minha ideia), mas nada que me desanimasse. O que me deixou fascinado nesse carro foi a combinação da cor verde (Verde Folha original do catálogo) com o interior marrom. O interior dessa cor não saiu de fábrica nesse ano, mas isso pouco me incomodava. Acho muito mais bonito assim do que o preto (essas são capas por cima dos bancos originais pretos). Ainda carrega um adesivo de um clube de carros antigos de Juiz de Fora, herança de quando pertenceu a um colecionador de Boa Esperança, outra cidade vizinha. 

Feita a passada de olho, sr. Batista deu a chave na minha mão e disse pra eu dar uma volta. Lá fomos nós fazer o test drive até a entrada da cidade, gostei de andar no carro. Resolvi que levaria. Levei o carro de volta, fechamos negócio, depois seguimos para o banco e então, cartório, já de Fusca. Nenhum problema, tudo resolvido. Vale ressaltar um detalhe: algo inimaginável de se ver, ao menos na cidade do Rio. O - único - escrivão preencheu o recibo, e em uma máquina de escrever!!! Foi uma viagem no tempo. Cartório vazio, vazio.


Com tudo acertado, fomos almoçar numa pensão ali perto, e a chuva que aparecia com timidez começou a dar as caras... Em poucos minutos, chovia torrencialmente! 




Mantivemos nossa ideia de voltar dirigindo! Apesar de os pneus excessivamente ressecados nos terem assustado um pouco, não teria a menor graça ir comprar um carro que tá funcionando e com documento em dia, e voltar com ele em cima de uma prancha! Esperamos a chuva baixar (o que não aconteceu), e depois de um tempo, pé na estrada na chuva mesmo!

Dadas as condições e o fato de eu ter dormido muito mal, preferi não arriscar a direção na volta, e voltei de co-piloto! Boa parte do trajeto o carro veio bem, mas andou falhando algumas vezes...



Reparem, comparando as duas fotos acima, que eu não me aguentei e logo no início da viagem já havia arrancado os dois - horrorosos - emblemas que estavam colados no painel! E por falar em colado, esse adesivo de "Vende-se" (que não arrancamos na correria) rendeu uma dúzia de interessados parando e perguntando o preço no caminho, e algumas conversas interessantes também. O limpador de para-brisa funcionou o tempo todo em que foi requisitado.

A chuva finalmente deu trégua...



Uma das paradas para abastecer




Depois de quase 500 km rodados na volta, nenhum contratempo maior, graças a Deus enfim chegamos de volta à Ilha, já à noite, mas com a sensação de dever cumprido! Mais tarde fomos descobrir que a falhadeira ocorria porque os fios da bobina estavam invertidos (!!!). Agora, como ele funcionava? Deve ser porque é Fusca...

Encontramos amigos por acaso no posto...

Chegada à primeira parada oficial na Ilha...

Daí, foi guardar o carro, descansar até não poder mais, e acordar no dia seguinte pra começar a brincar!

Olha ali o Corcel II 80 que eu falei, pra quem ainda não tinha visto, e a Chrysler New Yorker 76, do meu pai

Continuo contando no próximo post!

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Buick Skylark 1969

Esse carro é lindo demais...




Apesar de preferir a configuração original às customizações, não nego que gosto demais de certas modificações que vejo. Gostei da pintura fosca, do pinstriping e até das rodas grandes, que não costumo achar que combinam. A única ressalva nesse caso é o uso indevido das placas pretas... Não tira nada da beleza do carro, só não é adequada... 

Acredito que esse carro tenha vindo zero pro Brasil, em vez de importado recentemente... Mas é só um palpite.

Do outro lado da rua, acredito que seja 

Quem viu foi o Lucas Figueiredo!

São Paulo - SP.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Rural Willys 1964

Há algum tempo quando estive em Miguel Pereira atrás de carro velho (em breve vou contar essa história aqui), avistei essa Rural na rua e, claro, fui tirar foto:






Percebi que ela estava à venda, e o responsável por ela disse que naquele mesmo dia ele tinha acabado de voltar da vistoria de transferência, pois o carro estava registrado no Espírito Santo. Pela placa, ele já passou por Minas também. Tá bem inteirinho e bonito, o carro... E uma cromagem nos para-choques destacaria ainda mais! Certamente tem um bocado de história pra contar.

Miguel Pereira - RJ.

terça-feira, 5 de abril de 2016

Fiat 500 1967

Mais flagra de amigos leitores...



"Fiat 500 Placa Preta.... impecável e minúsculo!!! Olhe só o tamanho dele se comparado a faixa de pedestres!"

Muito pequenininho mesmo... E tá muito bonito!

Quem viu foi o João Victor Pinheiro!

Butantã, São Paulo - SP.

terça-feira, 29 de março de 2016

Chrysler Esplanada 1968

Achado raro feito por um de nossos leitores!



Confesso que meu entendimento desses Simca/Chrysler Regente e Esplanada é limitado, mas eu acredito que se trate de um Chrysler pelo ano de produção. Quanto ao modelo, ficou bem difícil de precisar, uma vez que o carro já não tem mais as rodas originais, emblemas nem frisos... Mas, em termos estatísticos, há maior chance de ser um Esplanada, além de o emblema na coluna C aparentar indicar a versão. Se alguém tiver dados mais precisos sobre exemplar, fique à vontade para esclarecer nos comentários... Ah, sim. E está à venda.

Quem viu foi o Carlos Henrique!

Brasília - DF.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Chevrolet Veraneio 1966

Linda demais, gostei do estilo...







Aparência original, pintura aparentemente ainda de fábrica, com desgaste, bem cuidada... Muito estilo pra um carro difícil de se ver conservado desse jeito. Provavelmente é uma Veraneio que trabalhou muito pouco ou quase nada. Apesar disso, tem o detalhe bacana do bagageiro. E tá calçada em 4 Cooper Cobra e com tala aberta. Pra dar mais charme mesmo, só o ano do carro na placa!

Mais uma do Lucas Figueiredo!

São Paulo -SP.

sábado, 23 de maio de 2015

Ford F-100 1964

Picapezinha customizada vista pelo nosso leitor...




Achei interessante a modificação. Carroceria em preto fosco, rodas vermelhas com calotas cromadas e pneus banda branca. Tradicional, ficou bom o resultado...

Quem viu foi o Fernando Lima!

Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ.
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