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quinta-feira, 2 de junho de 2022

VW Gol Atlanta 1.8 1996

 Não sei que parte das pessoas é assim, mas eu sempre presto atenção nas versões tipo série especial e edição limitada, seja de que carro for. Pelo seu caráter de baixa produção, são sempre carros que um dia serão raros (me lembro bem até hoje dos lançamentos seguidos do Gol Rolling Stones e logo em seguida desse Gol Atlanta, depois da Parati Atlanta. Tenho até hoje na cabeça a imagem do primeiro Rolling Stones que eu vi, na porta da escola). Daí sempre me dá uma animada quando vejo algum desses casos na rua, o que foi o caso desse:

18/02/2016

Infelizmente não dava pra parar e fiz só essa foto. O Gol estava no uso com algum aspecto de desgaste, mas ainda preservava vários detalhes originais da versão, como os adesivos indicativos, a antena no teto e as rodas aro 14 (as mesmas do Golf GL), embora já sem as calotas originais (também iguais às do Golf GL). Esse exemplar fotografado tinha motor 1.8, opcional ao 1.6 que vinha de série.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

Vejam abaixo sua propaganda, que enumera os itens oferecidos para os Atlanta. Como o próprio nome já sugere, foi criada para celebrar as Olimpíadas de Atlanta, de 1996:

"Gol Atlanta. O Gol olímpico."

E também o comercial de televisão, com o Zagallo e o goleiro Dida:

sábado, 13 de novembro de 2021

VW Quantum Family 1997

 Novamente pelo centro da cidade, passou por mim essa Quantum, enquanto eu caminhava na rua da Constituição:

21/10/2014

Apesar de parcialmente descaracterizada - já sem as rodas de liga originais e o adesivo da tampa da mala -, a perua ainda preserva o adesivo maior, pelo menos em uma das laterais traseiras, e aparentemente sua cor original também. Estava sendo usada pra trabalho, já com várias marcas na carroceria. A boa notícia é que tudo leva a crer que o carro ainda continua na ativa, 7 anos depois dessa foto, com documento em dia e registrado em Petrópolis/RJ!

Outra vez chamam a atenção as construções antigas, lindíssimas e tão tradicionais do Centro!

Rio de Janeiro - RJ.

Abaixo, material publicitário da época. Reparem nas rodas originais:

quinta-feira, 4 de novembro de 2021

Fiat Tempra Turbo 1995

 Uma versão que eu não sabia ser tão rara até pouco tempo atrás:

10/05/2017

Além de só ter existido no Brasil, o Tempra Turbo com carroceria de duas portas teve somente pouco mais de duas mil unidades produzidas, fato do qual fiquei sabendo assistindo aos vídeos do canal do amigo Alexandre Badolato, entusiasta do modelo - dentre outros, como já devem saber. Outro dado é que todos nessa configuração foram feitos no ano/modelo 1995.

A mera remoção do engate e a substituição dessas rodas pelas belas rodas originais já dariam outra cara pra esse carro, que parece ser muito bem conservado.

Já postei aqui outro Tempra Turbo duas portas, que também rodava pela região.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

Abaixo, uma foto oficial de frente, que mostra suas lindas rodas:

segunda-feira, 23 de agosto de 2021

Ford Ka MP3 2007

 E aproveitando o gancho do Ford Ka Action do post anterior:

17/04/2017

"Ka MP3"

Em 2005 foi lançada a versão MP3, que poderia ser equipada com motor Zetec 1.0 ou 1.6L. De série, vinha completo com ar, direção, vidros e travas elétricas e diversos outros detalhes estéticos, além, claro do equipamento de toca CD compatível com MP3. O carro das fotos, a exemplo daquele Action, teve as rodas substituídas. A opção de motorização nesse caso é a mais simples, de 1.0L. 

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.


Propaganda Ford Ka MP3, revista Motor Show, dezembro de 2005

Ford Ka Action 2007

 O mercado de hatches compactos estava aquecido em meados dos anos 90 no Brasil, e a Ford trouxe pra cá o Ka, pouco tempo depois de ter sido lançado na Europa, com poucas alterações, sendo que nenhuma em seu marcante design, num tema de formatos ovalados por todo lado. Eu me lembro bem o quanto eu fiquei impressionado com os traços da carroceria e do interior também. Parecia um carro vindo diretamente de algum lugar do futuro. Isso ficou realmente marcado pra mim!

Em 2001 foi lançado a versão esportiva XR, com o divertido motor 1.6 8v de 95 cavalos, sobretudo se considerarmos o baixo peso do modelo. No ano seguinte, 2002, além da versão One (a mais simples e mais em conta) foi acrescentada às opções também a Action, representada pelo carro que eu fotografei:

24/12/2016



Adesivo "Action 1.6"

Adesivo da concessionária "Salinas - Qualidade totalmente Ford"

Sem a "roupagem" esportiva do XR e com o mesmo motor, era considerada a versão "sleeper", ou "lobo em pele de cordeiro", dada a sua aparência mais discreta. Esse carro das fotos ainda apresenta a capa original do local do rádio, o que leva a crer que nunca teve o equipamento instalado. O volante, por sua vez, foi substituído por um esportivo, bem como as rodas, originalmente dos Ecosport 2013. O adesivo da concessionária Salinas ainda está na sua posição original, no vigia. Curiosamente, teve seu primeiro emplacamento no Ceará. Na época dessas fotos acima, estava com tarjeta do Rio de Janeiro/RJ, e hoje está em São Paulo/SP.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

Material publicitário do Ford Ka Action, dezembro de 2002 (Fonte: MIAU)

quinta-feira, 8 de julho de 2021

VW 1600 TL com teto de vinil?

 Dentre as muitas fotos antigas que tenho salvas aqui, algumas trazem dados e evidências muito interessantes e incomuns. É o caso da foto abaixo:

Av. Paulista, São Paulo/SP, 1976 (Hospital Santa Catarina)

No fim dos anos 60 e início dos 70, para além dos acessórios oferecidos de fábrica, era relativamente comum as concessionárias oferecerem acessórios variados pra instalação ainda no carro novo. O teto de vinil era um desses opcionais de concessionária. À época, a Volkswagen não chegou a oferecer oficialmente essa opção para nenhum modelo ou versão, tendo no máximo disponibilizado a possibilidade de teto em cor diferente (porém não de vinil, somente pintura) no VW 1600 Luxo.

Pra ilustrar, observem a ênfase dada ao teto de cor diferente (e não de vinil) no VW 1600

Voltando à foto principal, reparem que podemos ver um Volkswagen 1600 TL equipado com teto de vinil. É possível ver, além do teto preto corrugado sobre carroceria clara, os vincos e frisos cromados. Confesso que até hoje nunca tinha visto ou ouvido falar nesse caso, tampouco nunca vi propaganda antiga ilustrando essa realidade. No entanto, tenho pra mim que não deveria ser tão incomum assim. Infelizmente a foto mostra pouco do carro, mas ainda assim é um importante registro de parte dessa cultura de acessórios e opcionais, tão difundida naquele tempo.

Quem tiver alguma informação complementar ou quem sabe alguma foto ou propaganda, sinta-se à vontade pra comentar ou entrar em contato pelo e-mail essevaleumafoto@gmail.com!

domingo, 20 de junho de 2021

Chevrolet Pick-up Corsa Champ 1998

 Esse infelizmente não deu pra fazer uma foto melhor:

05/07/2016

Apesar disso, acredito que valha a pena trazer pra cá o registro por se tratar de uma versão necessariamente rara dessa picape, que já não é mais tão comum de se ver por aí. Lançada e produzida somente no ano de 1998, fazia alusão à Copa do Mundo daquele ano, realizada na França. A versão trazia um pacote razoavelmente completo de acessório, além de interior exclusivo e os respectivos adesivos que a identificam. Além da picape compacta, foi oferecida também a S-10 Champ e, posteriormente, o Corsa Champ (o hatch).

A unidade fotografada ainda preservava os adesivos originais, mas já calçava rodas de ferro. Trabalhava fazendo frete, o que é uma realidade esperada pra um carro de trabalho com essa idade, independente de ser uma versão comum ou rara.

Vigário Geral, Rio de Janeiro - RJ.

Propaganda de revista da época segue abaixo:

sábado, 24 de outubro de 2020

Fotos Antigas - Fapinha "Banheirinha"

Há um bom tempo eu não posto aqui fotos antigas, cheguei a postar algumas ao longo desses anos com o título "Fotos de Época". Pra ser sincero, eu nem ia publicar essa foto, mas com a última sobre o Fapinha Super Truck, acabei me lembrando que andei num buggy Fapinha lá nos anos 90, na região serrana do Rio de Janeiro:

Me lembro desse dia, na verdade as crianças na nossa idade só fingiam estar dirigindo, tínhamos que ir com um acompanhante, mas ainda assim foi divertido. Sem muito mais pra contar, era isso que eu queria mostrar, só pra não perder a viagem do tema.

Nova Friburgo - RJ.

Essas são propagandas antigas da Fapinha:

"Fapinha: brinquedo para gente grande e pequena."

"No Dia da Criança, dê a seu filho um mini-carro de verdade!"

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Revisitando: Ford Corcel II Van 1982... Comprei!

Cada vez mais me dou conta de que a minha simples ideia de criar um blog pra mostrar fotos de carros na rua me fez mergulhar cada vez mais fundo ao longo desses sete anos no universo dos carros antigos e me transportar do mundo virtual para o real, materializando sonhos e criando uma rede imensurável de grandes amigos. Isso tudo eu realmente não esperava.

E o tema desta publicação nada mais é que a concretização do pensamento exposto no parágrafo acima. A essa altura, todos os meus chegados e afins já estão sabendo, mas agora torno o comunicado público e oficial. Quem acompanha sempre este humilde espaço (que tem desacelerado nos últimos muitos meses) deve se lembrar bem que no final de abril do ano passado eu fiz um post aqui de uma raríssima Corcel II Van, que o meu camarada Rodrigo Oliveira conhecia, fotografou e me enviou pra publicar. Pois bem... Depois de cerca de 8 meses (especificamente no dia 19/12/2017) eis que ela veio parar na minha garagem! 

Posição semelhante à foto da propaganda oficial

A sensação é muito bacana: um dos carros mais raros já publicados aqui passou a ser meu!

Na época em que o Rodrigo me enviou as fotos, eu não sabia da existência daquele carro específico (na verdade, pouco se sabe até sobre o modelo em si). Aos poucos, conversando com ele, comecei a conhecer melhor, e ele me disse inclusive que a dona do carro pretendia vendê-lo, e me passou seu cartão de visita. A possibilidade de adquiri-lo povoou meus pensamentos por semanas a fio. Apesar de simpatizar e de ter crescido com um 80 na garagem, comprado zero pelo meu avô, eu nunca fui profundamente apaixonado pela linha Corcel. Só que aquilo não se tratava de só mais um Corcel. Era um carro que eu nunca havia visto. E o carro em questão sequer havia sido anunciado. Cheio de dúvidas na cabeça, decidi ir até lá, olhá-lo de perto e assim poder decidir com mais conhecimento de causa o que eu iria fazer.

Meu pai topou ir comigo e lá fomos nós rumo à missão. Chegando lá, tiramos a capa azul que costumava cobri-lo, e lá estava ela. O estado era basicamente o que as fotos mostravam. Tem alguns detalhes a serem corrigidos na lataria, como pequenos pontos de ferrugem superficiais, a pintura é "encardida", e tem as mossinhas típicas de um carro de uso, sobretudo de serviço. As rodas, originais de fábrica, foram pintadas de preto. Por quê? Muitos anos servindo de poste para cachorros machos acabaram fazendo com que elas oxidassem, e a tinta preta foi escolhida porque "esconderia" essa aparência.

20/06/17: primeira visita


Conclusão: os defeitos que o carro tem são reparáveis com funilaria (lanternagem ou chapeação, dependendo da sua região) e pintura. Todos os detalhes mais importantes estão em seu devido lugar, desde que o carro foi fabricado: as chapas que substituem os tradicionais vidros da Belina, a estrutura que separa a cabine do salão (tanto a parte de madeira quanto a de metal), as ripas de madeira estão como novas, acabamentos de plástico do salão inclusive o plafon da luz de teto idem, a forração de teto impecável, capa do estepe... O estado do compartimento para carga é impressionantemente novo! E não foi por acaso: cuidadosa, a proprietária tratou de instalar uma gaiola (aqui é possível vê-la) para transportar os animaizinhos, preservando assim todo o espaço. E como já era de se esperar, a cabine mais parece de um carro de passeio do que de um furgão de trabalho diário. Também não é mera coincidência: raras foram as vezes que outra pessoa recebeu permissão pra dirigir o carro, que era quase sempre guiado por sua dona.

Não se tratava só de um veículo muito raro, mas que também tem bastante história pra contar. O furgão foi comprado por ela zero-quilômetro, em outubro de 1982! Segundo ela mesma disse, a "ambulância" (como ela costuma chamar) foi oferecida por um grande amigo, que era dono da antiga "Agência Campo Grande", que vendia Ford no bairro homônimo do Rio. Logo no seu lançamento, ele ligou os pontos e pensou que seria uma boa ideia que ela usasse um desse na clínica, que ainda não tinha um carro pra esse fim. Ela concordou, e a encomenda foi feita. Uma vidraçaria do bairro também mostrou interesse, e no mesmo "pacote", as duas foram solicitadas. A primeira branca e a segunda, bege. Passado o tempo de espera, eis que chegam dois Corcel II Van na agência: ambos bege... Ao contrário do que poderia imaginar seu amigo, ela fazia questão que fosse na cor branca, portanto o bege não serviria. Resultado: outra encomenda teve de ser feita. Ele, que tinha também uma queijaria, ficou com o bege "rejeitado" e passou a usá-lo neste outro empreendimento.

Para adicionar um pouco de adrenalina à história, enquanto o segundo pedido foi feito à Ford, a médica veterinária precisou tratar uma doença grave, e no meio do caminho chegou a dizer que voltaria atrás, uma vez que os gastos com hospital e tratamento já tinham passado do praticável, e a transação ficaria financeiramente inviável, além da própria complicação pelos problemas de saúde. Por serem amigos, o cenário pôde ser flexibilizado e a situação contornada. O tratamento foi um sucesso, e ela logo estava recuperada. Daí, as conversas voltaram, e através de um financiamento, foi possível a concretização do negócio.

Após sair da concessionária, as laterais receberam a pintura da logomarca, nome, endereço e telefone do estabelecimento (reparem que o "3" inicial foi acrescido muitos anos depois, tão logo se tornou necessário, pelo mesmo artista), que por sua vez é a primeira clínica veterinária do bairro de Campo Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro! Desde então, o carro serviu de transporte para animais domésticos nas últimas três décadas e meia, tendo sido pouquíssimo usado nos últimos anos. O odômetro, já de seis dígitos, marca pouco mais de 99 mil km. Nada mau pra um carro exclusivamente de serviço com 35 anos nas costas... Ah, sim. Vocês devem estar se perguntando: "Mas e as outras duas que foram encomendadas, onde foram parar?!". Respondo: o que serviu à queijaria trabalhou por alguns anos, até ficar "velho demais". Na intenção de "valorizá-lo", recebeu vidros laterais, vigia, bancos traseiros, acabou virando uma Belina, e assim foi vendido. Já o que serviu à vidraçaria era visto rodando regularmente, seu estado foi piorando gradativamente conforme os anos passavam, até que sumiu e nunca mais se teve notícia... Provavelmente os dois já se acabaram ao longo dos anos. Esse é o trágico fim de praticamente todos os carros de serviço, no final das contas.

Voltemos então pra negociação! Minha visita concretizou o meu interesse, e em junho acertamos o preço e fechamos negócio à base do aperto de mão. Eu tê-lo-ia levado pra casa naquele dia mesmo, não fosse um detalhe no documento: no campo de observações constava "Alienação fiduciária". Lembram do financiamento que foi feito pra aquisição do carro? Então. A baixa da alienação foi entregue a ela em 1987, mas o documento jamais foi entregue para registro no Detran. Na época, alguém disse a ela que só deveria se preocupar quando fosse vender, e então ela guardou o papel na gaveta e deixou isso de lado. Todo ano a vistoria era feita normalmente, então assim ficou. Antes ela tivesse dado a baixa naquela época... O processo foi muito mais burocrático e trabalhoso do que se imaginava. Depois de seis meses de idas e vindas e grandes aborrecimentos, finalmente estava tudo resolvido! Ela entrou em contato comigo, e lá fui eu pro resgate, novamente com meu pai do lado! Chegamos lá, conversamos mais um pouco, emendamos na caminhada até o cartório, depois ao banco, e conseguimos resolver tudo, ainda que em cima do laço!

19/12/17: dia do resgate





O carro pegou de primeira, fomos até o posto abastecer, e lá mesmo já fomos abordados por um pedestre que gostaria de saber "se poderíamos transportar doze gatos de Campo Grande até Xerém, pois ele precisava desse serviço"! Pedimos que ligasse no telefone e perguntasse! Seguramos a risada na hora, mas depois foi divertido lembrar do episódio. Será que vai acontecer mais vezes? Daí em diante, a "ambulância de cachorro" percorreu redondo os cerca de 60 km de lá até aqui.

Missão cumprida!


Na semana seguinte, saí pra fazer a primeira sessão de fotos num lugar já velho conhecido nosso:












Todas as chaves originais, chapinhas de fábrica com o código das chaves, chaveiros da Agência Campo Grande, e manual do proprietário


Agora, minha maior dúvida com relação a esta empreitada tem a ver com a arte pintada nas chapas laterais. Pedi a opinião de praticamente todas as pessoas que eu conheço (e é claro que eu aceito e gostaria também que vocês aqui dissessem o que pensam), e a maioria vota pelo permanecimento do simpático cachorro e das letrinhas e numerinhos que compõem o conjunto. Ainda não decidi o que vou fazer. Às vezes penso em pintar e fazer a funilaria do carro todo. Em outros momentos, penso que seria mais legal corrigir os defeitos e fazer só retoques mais necessários. Em ambos os casos, a tendência é que eu mantenha a arte no lugar...

Seria legal, sim, deixar tudo como saiu de fábrica. Claro. Em contrapartida, o carro rodou muito mais exibindo os desenhos laterais do que sem eles, e consequentemente isso faz parte de sua história... Esses são os dois lados da balança.

Ah! E pra quem se perguntou sobre os emblemas faltantes, infelizmente eles foram todos arrancados de uma vez só, em algum momento desses 35 anos. Mas o Rodrigo, esse grande amigo que me contou sobre o paradeiro da Van, me deu um jogo de presente! E serão devidamente instalados, no momento certo. Como "quem tem um não tem nenhum", tratei de comprar um emblema "Van" reserva também (sim, eu encontrei o emblema original!):


Agradeço se alguém tiver uma foto para referência ou o próprio emblema da Agência Campo Grande RJ, que também foi arrancado e ficava abaixo do Oval Azul, à direita. Gostaria de reproduzi-lo.

Vamos ver agora quanto tempo levará até eu decidir o que faço! Reitero: deixem suas impressões aqui embaixo! Serão importantes.

Abraço a todos!



Causo interessante após o fechamento deste post: levei o carro pra lavar, já no final do expediente. Um dos funcionários viu de longe o "carro de veterinária" e já correu pra dentro da loja porque viu que tinha trabalho duro pela frente. Depois de olhar de perto e começar a limpar, todos eles ficaram impressionados em quão novo e limpo estava o interior do carro, sem todo aquele pelo e sujeira que imaginavam ver!


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