Páginas

WELCOME! / Bem vindos! / Bienvenidos! / Benvinguts! / Ongi etorri! / Bienvenue! / Benvenuti! / Wilkommen! / Welkom! / Välkommen! / Tervetuloa! / Üdvözöljük! / Hoşgeldiniz! / Добро пожаловать! / Καλώς ήρθατε! / გამარჯობა! / ようこそ! / 歡迎! / 환영합니다! / आपका स्वागत है! / வருக!


Mostrando postagens com marcador raríssimo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador raríssimo. Mostrar todas as postagens

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Revisitando: Ford Corcel II Van 1982... Comprei!

Cada vez mais me dou conta de que a minha simples ideia de criar um blog pra mostrar fotos de carros na rua me fez mergulhar cada vez mais fundo ao longo desses sete anos no universo dos carros antigos e me transportar do mundo virtual para o real, materializando sonhos e criando uma rede imensurável de grandes amigos. Isso tudo eu realmente não esperava.

E o tema desta publicação nada mais é que a concretização do pensamento exposto no parágrafo acima. A essa altura, todos os meus chegados e afins já estão sabendo, mas agora torno o comunicado público e oficial. Quem acompanha sempre este humilde espaço (que tem desacelerado nos últimos muitos meses) deve se lembrar bem que no final de abril do ano passado eu fiz um post aqui de uma raríssima Corcel II Van, que o meu camarada Rodrigo Oliveira conhecia, fotografou e me enviou pra publicar. Pois bem... Depois de cerca de 8 meses (especificamente no dia 19/12/2017) eis que ela veio parar na minha garagem! 

Posição semelhante à foto da propaganda oficial

A sensação é muito bacana: um dos carros mais raros já publicados aqui passou a ser meu!

Na época em que o Rodrigo me enviou as fotos, eu não sabia da existência daquele carro específico (na verdade, pouco se sabe até sobre o modelo em si). Aos poucos, conversando com ele, comecei a conhecer melhor, e ele me disse inclusive que a dona do carro pretendia vendê-lo, e me passou seu cartão de visita. A possibilidade de adquiri-lo povoou meus pensamentos por semanas a fio. Apesar de simpatizar e de ter crescido com um 80 na garagem, comprado zero pelo meu avô, eu nunca fui profundamente apaixonado pela linha Corcel. Só que aquilo não se tratava de só mais um Corcel. Era um carro que eu nunca havia visto. E o carro em questão sequer havia sido anunciado. Cheio de dúvidas na cabeça, decidi ir até lá, olhá-lo de perto e assim poder decidir com mais conhecimento de causa o que eu iria fazer.

Meu pai topou ir comigo e lá fomos nós rumo à missão. Chegando lá, tiramos a capa azul que costumava cobri-lo, e lá estava ela. O estado era basicamente o que as fotos mostravam. Tem alguns detalhes a serem corrigidos na lataria, como pequenos pontos de ferrugem superficiais, a pintura é "encardida", e tem as mossinhas típicas de um carro de uso, sobretudo de serviço. As rodas, originais de fábrica, foram pintadas de preto. Por quê? Muitos anos servindo de poste para cachorros machos acabaram fazendo com que elas oxidassem, e a tinta preta foi escolhida porque "esconderia" essa aparência.

20/06/17: primeira visita


Conclusão: os defeitos que o carro tem são reparáveis com funilaria (lanternagem ou chapeação, dependendo da sua região) e pintura. Todos os detalhes mais importantes estão em seu devido lugar, desde que o carro foi fabricado: as chapas que substituem os tradicionais vidros da Belina, a estrutura que separa a cabine do salão (tanto a parte de madeira quanto a de metal), as ripas de madeira estão como novas, acabamentos de plástico do salão inclusive o plafon da luz de teto idem, a forração de teto impecável, capa do estepe... O estado do compartimento para carga é impressionantemente novo! E não foi por acaso: cuidadosa, a proprietária tratou de instalar uma gaiola (aqui é possível vê-la) para transportar os animaizinhos, preservando assim todo o espaço. E como já era de se esperar, a cabine mais parece de um carro de passeio do que de um furgão de trabalho diário. Também não é mera coincidência: raras foram as vezes que outra pessoa recebeu permissão pra dirigir o carro, que era quase sempre guiado por sua dona.

Não se tratava só de um veículo muito raro, mas que também tem bastante história pra contar. O furgão foi comprado por ela zero-quilômetro, em outubro de 1982! Segundo ela mesma disse, a "ambulância" (como ela costuma chamar) foi oferecida por um grande amigo, que era dono da antiga "Agência Campo Grande", que vendia Ford no bairro homônimo do Rio. Logo no seu lançamento, ele ligou os pontos e pensou que seria uma boa ideia que ela usasse um desse na clínica, que ainda não tinha um carro pra esse fim. Ela concordou, e a encomenda foi feita. Uma vidraçaria do bairro também mostrou interesse, e no mesmo "pacote", as duas foram solicitadas. A primeira branca e a segunda, bege. Passado o tempo de espera, eis que chegam dois Corcel II Van na agência: ambos bege... Ao contrário do que poderia imaginar seu amigo, ela fazia questão que fosse na cor branca, portanto o bege não serviria. Resultado: outra encomenda teve de ser feita. Ele, que tinha também uma queijaria, ficou com o bege "rejeitado" e passou a usá-lo neste outro empreendimento.

Para adicionar um pouco de adrenalina à história, enquanto o segundo pedido foi feito à Ford, a médica veterinária precisou tratar uma doença grave, e no meio do caminho chegou a dizer que voltaria atrás, uma vez que os gastos com hospital e tratamento já tinham passado do praticável, e a transação ficaria financeiramente inviável, além da própria complicação pelos problemas de saúde. Por serem amigos, o cenário pôde ser flexibilizado e a situação contornada. O tratamento foi um sucesso, e ela logo estava recuperada. Daí, as conversas voltaram, e através de um financiamento, foi possível a concretização do negócio.

Após sair da concessionária, as laterais receberam a pintura da logomarca, nome, endereço e telefone do estabelecimento (reparem que o "3" inicial foi acrescido muitos anos depois, tão logo se tornou necessário, pelo mesmo artista), que por sua vez é a primeira clínica veterinária do bairro de Campo Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro! Desde então, o carro serviu de transporte para animais domésticos nas últimas três décadas e meia, tendo sido pouquíssimo usado nos últimos anos. O odômetro, já de seis dígitos, marca pouco mais de 99 mil km. Nada mau pra um carro exclusivamente de serviço com 35 anos nas costas... Ah, sim. Vocês devem estar se perguntando: "Mas e as outras duas que foram encomendadas, onde foram parar?!". Respondo: o que serviu à queijaria trabalhou por alguns anos, até ficar "velho demais". Na intenção de "valorizá-lo", recebeu vidros laterais, vigia, bancos traseiros, acabou virando uma Belina, e assim foi vendido. Já o que serviu à vidraçaria era visto rodando regularmente, seu estado foi piorando gradativamente conforme os anos passavam, até que sumiu e nunca mais se teve notícia... Provavelmente os dois já se acabaram ao longo dos anos. Esse é o trágico fim de praticamente todos os carros de serviço, no final das contas.

Voltemos então pra negociação! Minha visita concretizou o meu interesse, e em junho acertamos o preço e fechamos negócio à base do aperto de mão. Eu tê-lo-ia levado pra casa naquele dia mesmo, não fosse um detalhe no documento: no campo de observações constava "Alienação fiduciária". Lembram do financiamento que foi feito pra aquisição do carro? Então. A baixa da alienação foi entregue a ela em 1987, mas o documento jamais foi entregue para registro no Detran. Na época, alguém disse a ela que só deveria se preocupar quando fosse vender, e então ela guardou o papel na gaveta e deixou isso de lado. Todo ano a vistoria era feita normalmente, então assim ficou. Antes ela tivesse dado a baixa naquela época... O processo foi muito mais burocrático e trabalhoso do que se imaginava. Depois de seis meses de idas e vindas e grandes aborrecimentos, finalmente estava tudo resolvido! Ela entrou em contato comigo, e lá fui eu pro resgate, novamente com meu pai do lado! Chegamos lá, conversamos mais um pouco, emendamos na caminhada até o cartório, depois ao banco, e conseguimos resolver tudo, ainda que em cima do laço!

19/12/17: dia do resgate





O carro pegou de primeira, fomos até o posto abastecer, e lá mesmo já fomos abordados por um pedestre que gostaria de saber "se poderíamos transportar doze gatos de Campo Grande até Xerém, pois ele precisava desse serviço"! Pedimos que ligasse no telefone e perguntasse! Seguramos a risada na hora, mas depois foi divertido lembrar do episódio. Será que vai acontecer mais vezes? Daí em diante, a "ambulância de cachorro" percorreu redondo os cerca de 60 km de lá até aqui.

Missão cumprida!


Na semana seguinte, saí pra fazer a primeira sessão de fotos num lugar já velho conhecido nosso:












Todas as chaves originais, chapinhas de fábrica com o código das chaves, chaveiros da Agência Campo Grande, e manual do proprietário


Agora, minha maior dúvida com relação a esta empreitada tem a ver com a arte pintada nas chapas laterais. Pedi a opinião de praticamente todas as pessoas que eu conheço (e é claro que eu aceito e gostaria também que vocês aqui dissessem o que pensam), e a maioria vota pelo permanecimento do simpático cachorro e das letrinhas e numerinhos que compõem o conjunto. Ainda não decidi o que vou fazer. Às vezes penso em pintar e fazer a funilaria do carro todo. Em outros momentos, penso que seria mais legal corrigir os defeitos e fazer só retoques mais necessários. Em ambos os casos, a tendência é que eu mantenha a arte no lugar...

Seria legal, sim, deixar tudo como saiu de fábrica. Claro. Em contrapartida, o carro rodou muito mais exibindo os desenhos laterais do que sem eles, e consequentemente isso faz parte de sua história... Esses são os dois lados da balança.

Ah! E pra quem se perguntou sobre os emblemas faltantes, infelizmente eles foram todos arrancados de uma vez só, em algum momento desses 35 anos. Mas o Rodrigo, esse grande amigo que me contou sobre o paradeiro da Van, me deu um jogo de presente! E serão devidamente instalados, no momento certo. Como "quem tem um não tem nenhum", tratei de comprar um emblema "Van" reserva também (sim, eu encontrei o emblema original!):


Agradeço se alguém tiver uma foto para referência ou o próprio emblema da Agência Campo Grande RJ, que também foi arrancado e ficava abaixo do Oval Azul, à direita. Gostaria de reproduzi-lo.

Vamos ver agora quanto tempo levará até eu decidir o que faço! Reitero: deixem suas impressões aqui embaixo! Serão importantes.

Abraço a todos!



Causo interessante após o fechamento deste post: levei o carro pra lavar, já no final do expediente. Um dos funcionários viu de longe o "carro de veterinária" e já correu pra dentro da loja porque viu que tinha trabalho duro pela frente. Depois de olhar de perto e começar a limpar, todos eles ficaram impressionados em quão novo e limpo estava o interior do carro, sem todo aquele pelo e sujeira que imaginavam ver!


sexta-feira, 28 de abril de 2017

Ford Corcel II Van 1982

Essa é uma versão raríssima que eu confesso que nunca tinha visto uma, até que o amigo enviou essas fotos...





Lançada no dia 02/04/1982, tinha acabamento mais espartano e chapas no lugar das janelas laterais e vigia traseiro, sendo essas as diferenças externas em relação à Belina. No interior, uma grade separava o habitáculo da área destinada a carga, esta contendo forração simples e ripas de madeira no assoalho. Já o habitáculo era o mesmo da versão Standard da Belina, sem os luxos característicos da versão L. As cores oferecidas oficialmente eram 4: azul Strato, bege Pamplona, branco Nevasca, e vermelho Granada.

Em 1984, seu fim chegou. Produzida só nesse pequeno intervalo, a "Belina Furgão" é sem dúvida uma versão raríssima da montadora. Somado a isso o fato de ser um tipo de carro usado para trabalho, e consequentemente abusado até o limite e muitas vezes descaracterizado, é praticamente impossível encontrar um exemplar razoavelmente inteiro e com a originalidade preservada. Essa unidade fotografada ainda exibe um excelente nível de originalidade, apesar de demandar alguma "obra" para que volte à forma merecida. 

O habitáculo parece bem preservado como saiu da fábrica, com volante original e os bancos e forração também parecendo ser originais. O salão infelizmente não dá pra ver, mas não acredito que esteja muito ruim, dado o estado geral. E um detalhe legal e importante: no documento consta "Ford / Corcel II Van"!

Não sei dizer se o proprietário vende, não o conheci e sequer vi o carro de perto. Mas eu gostaria demais de ver esse carro restaurado com suas devidas placas de coleção! Não tá difícil...

Quem viu foi o Rodrigo Oliveira!

Rio de Janeiro - RJ.

Segue publicidade de época:


terça-feira, 30 de abril de 2013

Hyundai Centennial VL450 2005

Baita raridade, daquelas pouquíssimo prováveis mesmo! É uma espécie de geração anterior do Equus, já postado aqui.




Chamado "Hyundai LZ450" nos Estados Unidos, o modelo foi vendido na primeira metade dos anos 2000 com emblemas "Centennial" somente para alguns mercados europeus em um número muito limitado. Sabe-se lá como esse veio parar aqui, mas provavelmente veio através de alguma embaixada... Existe também a menos provável possibilidade de ter vindo por importação independente. Demais!

Contribuição do Pedro Paranaguá Nogueira!

Brasília - DF.

Mercury Milan 2008

Perdido aqui no Brasil, nosso leitor encontrou o irmão mais luxuoso do Fusion:


"Milan"

Como bem observou, já roda há algum tempo, a julgar pelos selos no para-brisa. O modelo não foi comercializado no nosso mercado, sequer a marca é vendida por aqui. É possível que haja, mas nunca tive notícia de outro exemplar rodando no nosso país...

Flagrante feito pelo João Víctor Pinheiro!

São Paulo - SP.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Ford Del Rey Conversível 1982

Raridade das raridades! Nesses mais de dois anos, só postei dois Del Rey conversíveis: um 83 vermelho dessa mesma versão e um SR, também 83 e também vermelho! Portanto, aqui vai o terceiro!





O estado de conservação é algo que se destaca muito, o carro está muito íntegro e ainda todo original. Até a capota de lona ainda parece muito bem. Nada de insulfilm nos vidros, não se vê mossas nem trincados pela carroceria... Esse é um que eu queria ter visto de perto! E o detalhe pontual da placa, a cerejinha do bolo: FDR-1982! Não por coincidência, as iniciais de "Ford Del Rey", e em seguida seu ano de fabricação! Espetacular!

Mais um achado da equipe do #CarroCultura!

São Paulo - SP.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Gurgel Motomachine 1991

Isso sim é uma raridade! E desfilando ainda pelas ruas...


O belíssimo Motomachine parece ter levado alguém pra um bom rolé de bike. Reparem que ele carrega pelo menos uma... Esse carro é um escândalo! As portas são um charme só! Que flagrante espetacular!

Quem viu e clicou foi o Diego Rhamon!

João Pessoa - PB.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Avallone TF 1979

Esse e os próximos eu vi no mesmo dia em que eu vi o lindíssimo Puminha conversível amarelo! Logo que avistei de primeira, me pareceu familiar!


Depois, olhando as fotos, tive certeza! Já tinha visto esse carro de perto, no espetacular encontro anual do Veteran, na Praça XV. Isso é uma tremenda raridade... Assim como o bem mais famoso MP Lafer, é uma réplica dos MG britânicos, da década de cinquenta. Muito bacana, ainda mais com a arquitetura antiga da construção no fundo...

São Cristóvão, Rio de Janeiro - RJ.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Rolls-Royce Silver Wraith 1948

Mais uma publicação do tipo que para tudo!



Eu diria que é praticamente um privilégio dar de cara com uma maravilha de carro desse... Se os RR mais novos são esplêndidos, o que dizer dos mais antigos? Ainda mais fantásticos e ainda mais raros. Essa marca é quase uma lenda, tamanha a história de requinte e qualidade que carrega ao longo de todos os anos. Esse exemplar tem a direção inglesa, a cara de um carro da marca! O único detalhe que eu estranhei foi a ausência da placa de coleção num carro desse naipe!

Brilhante achado do Denis Rojas Leonardo!

São Paulo - SP.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Rolls-Royce Phantom I 1927

Esse daqui é prá deixar qualquer um maluco...



É ou não é? Simplesmente é um raríssimo Phantom I do final da década de vinte, com placa de colecionador com o ano de fabricação estampado! Precisa mais de quê? Ele estava provavelmente participando das "1000 Milhas Histórias Brasileiras", um rally só de carros antigos. As tais mil milhas partiram de São Paulo e foram até Angra dos Reis, no Rio. 51 carros antigos fabricados entre 27 e 80, todos impecáveis. É claro que esse e um outro Rolls 27 eram destaque no meio de todos eles! Nosso leitor teve o privilégio de encontrar essa joia e pôde tirar as fotos prá, em seguida, nos brindar com as imagens desse clássico!

Quem manda o incrível flagra é o Henrico Sene! (Não falei que ele ia causar?)

Campos do Jordão - SP.

terça-feira, 14 de junho de 2011

VW (Mac Laren) Passat Julia 1983


Na minha modesta opinião, esse é um dos flagras mais brilhantes que já fiz sobre o mundo automotivo. São pouquíssimos os que conhecem esse fora-de-série de fibra nacional da década de 80. Ainda mais raro que os Passat Dacon, com vocês, o Passat Julia:




Primeiramente fabricado pela Dankar, posteriormente teve sua patente e os moldes adquiridos pela empresa Mac Laren (diferente da internacional McLaren), conhecida por produzir embarcações.

Uma espécie de Frankenstein, o fora-de-série carioca possui, por exemplo, o parabrisa do Fiat 147 como vidro traseiro, lanternas do Opala e maçanetas de Alfa Romeo. Teve duas "gerações", sendo que a primeira - de 1979 a 1982 - era equipada com conjunto dianteiro do Passat contemporâneo e, a partir de 1983, vinha com o conjunto de quatro faróis, dos Passat mais novos.

Quanto ao interior, curiosamente tem vidros laterais traseiros que baixam, apesar das 2 portas, graças ao sistema idêntico ao dos Passat 4 portas. A versão também contava com volante esportivo e o painel levemente modificado.

Existe uma dúvida nesse ambiente a respeito da nomenclatura desse modelo. Apesar de ser conhecido e chamado por todos os apreciadores de carros por "Julia", ha indícios de que os documentos trazem a inscrição "Julie". Numa busca rápida no site do Detran, verifiquei a versão digital do documento e notei que, com essa unidade, não é diferente. No final das contas, como tantos, prefiro confiar na galera e optar por "Julia".

Infelizmente, esse é um dos pouquíssimos remanescentes e se encontra em condições precárias. Apesar do estado, não se trata de uma situação irreversível. As rodas são raras, mas equipam originalmente o Passat Dacon. Outra alteração feita, a mais estranha, foi a tentativa de instalação de uma grade dianteira de Chevette. Alegria e tristeza ao ver a cena desse rarissíssimo veículo.

Curiosamente, a imagem foi feita próximo à Ilha do Fundão, onde funcionou a fábrica da Mac Laren carioca até meados dos anos 80.

Esse foi mais um post em homenagem ao amigo passateiro André Grigorevski!

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...