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terça-feira, 24 de dezembro de 2024

Revisitando: Tanger Lucena 1997

 Atualização de mais um carro de uso da região:

22/11/2021


Continua firme e forte com o passar dos anos, sempre bem tratado, mantido e utilizado normalmente. A última vez que ele apareceu foi fazendo compras no supermercado, em 2016., e a primeira vez foi em 2011.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Revisitando: Tanger Lucena 1997

 Mais de dez anos atrás, publiquei aqui fotos desse mesmo Tanger, que vi no mesmo dia em que vi aquele Corcel preto:

26/04/2016

Na ocasião, estava num estacionamento no Fundão. Alguns anos depois, passei a vê-lo sempre estacionado no mesmo lugar, mas sempre em uso, sempre bem mantido. Essa acima foi uma das vezes que o vi o supermercado, e achei interessante o episódio. Reparem que está com rodas diferentes, para-choques pintados de um tom diferente de cinza, e capota repintada de preto. Quantos devem ter ainda hoje um Tanger Lucena como carro do dia-a-dia?

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Peugeot 504 1974

E não é que meu pai encontrou mais um Peugeot antigo, também raríssimo no Brasil? Já é o terceiro! 1950, 1961 e agora esse 1974!







Esse, diferentemente dos outros dias, está em estado delicado. Além de parecer ter sido deixado de lado, ainda sofreu (no sentido literal da palavra) uma adaptação de lanternas traseiras "tuning" do Fusca. Fora isso, parece ter os demais detalhes originais, inclusive no interior. Belo flagra...

Flagra do Osvaldo Marques!

Santa Teresa, Rio de Janeiro - RJ.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

VW Kombi 6 portas 1961

Raridade:












Passei a primeira vez por ela e olhei de relance, muito rápido, e logo vi que não se tratava de uma Kombi qualquer. Não deu tempo prá ver detalhes, e eu fiquei com a imagem na cabeça. Cogitei até ser uma barndoor, pelas lanternas pequeninas, mas não fiquei com tanta esperança que fosse, dada a raridade desse modelo. Como é um lugar pelo qual não passo sempre, demorei alguns dias até ir lá tirar fotos dela. Cheguei lá, perguntei ao segurança da guarita próxima se havia algum problema e ele prontamente disse que não. Comecei a fotografar. Os ângulos eram péssimos, mas tentei pegar o máximo dos detalhes. Lá pelas últimas fotos, apareceu uma mulher, temerosa à câmera, não tinha gostado do ato, mas ao indagá-la sobre as fotos, não desautorizou. Disse que a Kombi era de posse dela e que o segurança não tem o poder de permitir ou proibir nada. Tentei uma conversa na maior simpatia, mas vi que não ia sair nada dali. Ela foi se afastando, enquanto eu tentava registrar mais um ou outro detalhe. Fui embora, e a missão foi cumprida! (Atualização: Conheci o dono da Kombi e desmistifiquei isso tudo! Ela tá aí por falta de garagem e não está abandonada, anda de vez em quando!)

É impressionante os detalhes que a Kombi ainda preserva, como retrovisor, setas "tetinha", "pestana" cromada nos faróis, frisos, as raras lanternas traseiras, algo que parece uma luz de freio, no meio, e até uma luz de ré, que parece ser um acessório não-original. No interior, apesar de faltar o rádio, parece que o painel é original. Mas é quase impossível vislumbrar, tamanha é a quantidade de tralha que está dentro dessa raridade.

Interessante é que eu encontrei uma idêntica, com fotos antes e depois da placa preta. Em janeiro de 2009 em uma oficina, em março de 2009 em um encontro (ambos antes da placa preta) e nesse anúncio, que não disponibiliza a data, já portando a placa de colecionador. Em todas as ocasiões, parece que estava em Santa Catarina.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Chevrolet Opala Sedã 1975

Como bem falou o amigo Hugo, não eram só os Opalas até 74 que sofriam alterações nas lanternas traseiras, como já foi falado aqui. Aqueles fabricados a partir de 75, já com as laternas redondas, também tinham as suas variações:

Foto quase artística, com o Pão-de-Açúcar ao fundo!


Não era pouco comum ver essa modificação. As três lanternas de cada lado remetiam ao design do irmão americano maior e mais imponente, de nome parecido, o Impala. Eu conheço como acessório de época, e já até ouvi alguns dizerem que podia ser pedido como opcional na própria concessionária, onde já seria feita a instalação. Não sei se a informação procede. Fato é que depende do conjunto da obra prá ficar bonito, na minha opinião. Se o sujeito põe a lanterna extra e mantém o carro com suas características originais (ou até quase originais), acho até de bom gosto, como no caso das lanternas sequenciais sobre as quais falei anteriormente. Havia quem pusesse até quatro de cada lado, um tremendo exagero. Mas aí gosto é gosto, vai de cada um. Desse das fotos eu gostei muito! Aos opaleiros de plantão, o teto é vinil ou só pintado?

Quem enviou a contribuição foi o Patrick Lopes!

Ponte Rio-Niterói.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Chevrolet Opala Especial Sedã 1971

Volta e meia passo por esse Opala, já tinha até tirado uma foto, de fora do prédio. Sempre notei que ele é bem original, mas à distância não dava prá ver muito detalhe, e como ele fica parado na mesma vaga, só conhecia a frente:












Hoje eu passava pelo prédio, e a porta estava aberta, a garagem sendo lavada. O Opala tinha sido movido prá uma posição boa prá tirar fotos! Não hesitei, entrei, pedi licença e autorização prá fotografá-lo. Achei espetacular que ele tem as lanternas Forlon, de época, com pisca sequencial! A estética pode ser controversa, mas a dificuldade em achar um desse hoje em dia torna a experiência mais emocionante. Encontrei até um anúncio de época, num fórum só de Opala, do Paraná:


Demais, não? Encontrei um anúncio de um par de lanterna semelhante a esse, da mesma marca, só que ainda agregava luz de ré, a "módicos" R$850! No anúncio, ainda tem uma foto de propaganda parecida com essa aí de cima, interessante.

Mas não foi só isso que me impressionou. Ele tá totalmente original, tanto no exterior (calotas, retrovisor, teto de vinil, lanternas, faróis, parachoques e logotipo) tanto quanto na parte interna (bancos e estofamento, painel, rádio, câmbio na coluna)! Uma verdadeira relíquia. O carro pertenceu ao pai de um dos moradores do prédio, e segundo informações, ele até vende o carro, mas o preço tá salgado: R$15 mil. Tudo bem que o carro está incrivelmente original e tem até um acessório de época muito interessante, mas tá parado há um bom tempo e tem até pontos de ferrugem. Exagerou, não?

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Puma GTE 1978

As fotos dos posts a seguir foram enviadas por um amigo, que foi a um tradicional encontro de Puma, no Aeroporto Santos Dumont. A despeito disso, as fotografias - de poucos, mas belos carros - são de modelos convidados, ou "não-Puma". A exceção é esse Puminha GTE 78, que inaugura:




Ele até tá bem conservado e bem inteiro. Mas tem um ou outro detalhe que chama a atenção por não ser original, como as maçanetas e lanternas traseiras, essas bem comuns de serem adaptadas no modelo. É vermelho, da cor mais frequente quando se fala de Puma. 

Contribuição do amigo Gustavo Machado!

Rio de Janeiro - RJ. 

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Citroën DS 1957

Mais um Citroën flagrado pelo mesmo colaborador na mesma cidade! E esse, ainda mais antigo e mais raro:












Nada menos que um DS, da década de 50, irmão mais velho do não menos raro Citroën SM, que já foi matéria aqui no blog, em um post especial. Ambos têm tecnologia impressionante, principalmente àquela época. Assim como o outro, esse parece artigo de coleção, apresentando estado perfeito de conservação. Reparem que os tapetes no interior são de um irmão bem mais novo, o C3!

Quem terá sido o felino folgado que passeou pelo carro e deixou sua marca?

Marco Antônio Novo nos enviou!

Niterói - RJ.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Tanger Lucena 1997

Nem todos conhecem esse brasileiro, mas muitos dos que sabem de sua existência até hoje o consideram um "Frankenstein" bem esquisitão:





Faróis de Gol "caixa", lanternas de Uno e a carroceria feita de fibra resultaram nessa estranha criatura que vocês viram. Seu chassi era fabricado pela própria Tanger. O exemplar da foto ainda ganhou acessórios extra de seu proprietário: rodas e retrovisores também do Gol quadrado, engate, protetores de parachoque, bagageiro no teto e até um adesivo "West Coast Choppers"! Parece que um dia já foi equipado com faróis de milha, que não estariam mais lá. Alguns Tanger Lucena vinham com capota flexível, diferente desse teto rígido.

Quais de vocês nunca tinham visto um antes?

Ilha do Fundão, Rio de Janeiro - RJ.
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