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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Ford Escort Wagon 1.9 1992

Numa rápida visita ao aeroporto com um amigo, passando pelo estacionamento, me deparei com um carro que nunca tinha visto em terra brasilis. Eu sabia que se tratava de um Escort, mas de um americano, da segunda geração (1991-1996) Certamente veio parar aqui por importação independente, ou já foi um carro de consulado. As fotos não estão com a melhor das resoluções, é mais pelo registro mesmo:


Tá bem castigado, né? Todo mundo sabe que beira o impossível a tarefa de encontrar peças específicas de carros desse tipo. E aí que, se quebrar, cada um dá seu jeito. Repara nos parachoques: o traseiro tem um retalho de sei-lá-que-material. Mas o dianteiro rouba a cena! Além de ser de outro modelo, ainda é um parachoque traseiro! Bem esquisito, mas a manobra até conseguir os originais seria árdua. Talvez não valesse o esforço.

Aeroporto Tom Jobim, Rio de Janeiro - RJ.

TAC Stark 4x4 2010

Com carroceria de fibra de vidro e plástico automotivo (que contribuem prá redução de seu peso), o jipe é fabricado no Brasil desde 2010 e veio prá incomodar o Troller T4!

Pouca gente conhece, é difícil de encontrar um rodando por aí! Mas sua venda superou as expectativas da montadora nacional (Até maio passado, já tinham quase 40 vendidas em uma empresa de apenas 35 funcionários!). Tem como diferencial o conforto dentro da cabine, pelo que dizem por aí. Tem ótimo acabamento interno e algumas de suas peças são compartilhadas com a Fiat, como o volante e parte do painel. Na parte externa, o mesmo serve prá tampa traseira, as maçanetas das portas e os espelhos retrovisores. Seu preço sugerido fica na casa dos R$100 mil.


Parece que esse daí foi usado no barro, impiedosamente! (é tanta lama que não dá nem prá ver a placa!!!) Talvez prá testar seus atributos... Inclusive tem uns adesivos que divulgam um site provavelmente de uma loja.

Mas o mais interessante mesmo é ele ter sido flagrado em um estacionamento em frente a um supermercado! Será que alguém resolveu ir fazer as compras do mês num carro desse?

Agradecimentos ao Henrique Mendonça, que tirou a foto e enviou! Valeu!

Itaim Bibi, São Paulo - SP.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

BMW Série 3 rosa!

Em qualquer país que não seja o Brasil é muito mais fácil encontrar carros de cores mais berrantes, como laranja ou verde limão. Eu particularmente detesto essa mania que se criou no Brasil de que carro tem que ser preto ou prata. Todo mundo tem carro prata. Se não é prata, é preto! Dá um ar meio sem graça ao trânsito... Não que eu seja um exímio defensor dos carros coloridos nem queira que todo mundo ande em um. Só que seria legal ao menos oferecer essa opção, eu acho.

Ainda bem que existem ainda carros com um leque maior de cores por aqui. Os simpáticos Picanto e Novo Uno são bons exemplos. Será algum tipo de influência daquelas bandas de pop coloridas que todo mundo adora xingar no twitter (puta falta de sacanagem, etc.)? Ah. Mas e quem quer comprar carro... rosa? Um abraço. Fica querendo. De fábrica, não vai conseguir nunca!

Talvez isso tenha a ver com a incidência mais baixa de mulheres ao volante (embora esteja crescendo muito de uns anos prá cá), já que o rosa é uma cor feminina, né. Tá até rolando uma modinha há algum tempo de homem gostar de rosa, né? Eu prefiro optar por um verde, amarelo, laranja...

Mas não tem jeito. Carro rosa sempre chama a atenção, né não? Talvez seja até essa, a ideia principal...

Chega de divagações, tô me delongando muito! Aqui vai então a primeira foto de uma máquina rosa nesse blog:


Naturalmente, dirigido por uma mulher! E não é um rosa discreto, é bem pink! No melhor estilo Penélope Charmosa...
A propósito, gosto muito desse interior de couro claro.

Mais uma peculiar foto enviada pelo nosso correspondente na Escandinávia: Leandro Guimarães!

Helsinki, Finlândia.

Emis Art 1986/87

Pois é, encontrei mais uma unidade do que alguns chamam de "Smart brasileiro da década de 80" e fotografei, no mesmo bairro! Até que tá bem diferente do outro, espia:



Esse tem mais adereços, como teto solar e faróis de milha, por exemplo. A traseira ainda contém o nome do carro escrito, diferentemente do outro. Tem também uns adesivos na lateral que eu sinceramente não sei se são originais. Penso que sejam. As rodas são semelhantes às do Fusca, creio que sejam as dele próprio. Prá completar, o pino-bola (engate) e os suportes prá bagageiro no teto, que não combinam em nada com o estilo do carro!

Esse daí tá bem acabadinho na oficina, que inclusive é a mesma em que eu encontrei esse Camaro RS 1969.
Não deixa de ser uma raridade, principalmente nos dias atuais! E bem interessante, também! Espero que passe a receber a devida atenção!

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Dupla de Camaro Type LT 1974

Tem algumas cenas tristes de se ver no meio automobilístico. Já mostrei algumas aqui, já vi muitas outras no CarroCultura, mas essa daqui é especialmente lamentável. Eu não preciso dizer muito sobre esse modelo, um dos ícones dentre os pony cars, astro do cinema sob a pele de "Bumblebee".

As fotos não estão muito boas, sobretudo de um dos carros, porque chovia muito e aquela parte não era coberta. Mas valeu, e muito, o registro!

Como diria um apresentador sensacionalista da tevê aberta, bota na tela:

Primeiro:







Presta bem atenção que agora é outro! Aí vão as fotos do segundo:






É uma barbaridade. (ainda como o apresentador) Cadê as autoridades?

Parece mentira, mas são dois Camaro que um dia estacionaram na garagem de casa e nunca mais saíram de lá. Da rua, dá prá ver com mais facilidade um deles. Mas qual não é a surpresa que se tem quando, ao entrar, tem mais um por ali? Logo pensei que pertenciam à mesma pessoa, ou família. Sem saber com quem falar, conversei com o porteiro do prédio e tirei algumas fotos, enquanto ouvia ele confirmar a minha suposição. Disse ainda que os proprietários/responsáveis pelas máquinas não vendem por nada desse mundo. E que nem adianta tentar. É sempre aquela história já conhecida, né. Não vende, mas também não sai dali.

São dois Type LT, com cores da carroceia parecidas: sandstone e bronze, respectivamente. O primeiro parece ter transmissão automática. Os dois são exatamente do mesmo ano: 1974. Uma coisa me deixou curioso: um tem o logotipo na grade frontal e o outro, no capô. Comparando com algumas fotos que vi de outros carros, vi que realmente há essa diferenciação, mesmo dentro do mesmo ano. Alguém sabe esclarecer o que ela indica?

Esperamos que essa situação um dia se reverta!

E prá dar fazer uma graça, uma propaganda de 74 do Camaro Type LT:


Penha, Rio de Janeiro - RJ, com indicação de Osvaldo Augusto.

Miniaturas de Fusca + SP2

Ainda tô no clima do penúltimo post, acreditam? E agora tô dando uma meia fugidinha do tema do blog, mas, claro, sem sair do assunto principal.

Primeiramente, eu sou tarado por miniaturas e coleções, não só de carros. Mas das de carros eu gosto especialmente, desde criança, como acontece com quase todo mundo.

Esses daqui, a propósito, são parte integrante do meu bem modesto acervo:



Coloquei tudo junto e misturado:

- Estojo azul em formato de Fusca (França);

- Fusca 1955 Bburago 1.000.000th, dourado, em escala 1/18 (Itália);

- 2 New Beetle pretos de fricção genéricos "made in China";

- Fusca branco "do Piu Piu e Frajola", também "made in China";

- Fusca branco-e-azul 1962 Matchbox 1/58;

- VW Concept 1 (protótipo do New Beetle) laranja Matchbox 1/61;

- VW SP2 Hot Wheels 1/64.

Só um humilde registro, espero que gostem!

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

VW SP2 1975

Vou mostrar agora um SP2, esportivo 100% nacional da época. Se deixava a desejar na potência, o design, por sua vez, era um espetáculo de esportividade.

Leva dois passageiros na frente, e atrás ainda dá pra mais dois irem apertados! Há quem diga que atrás não cabe ninguém decentemente, o que gerou anedotas conhecidíssimas na época...






Muito inteirinho, parece ser bem cuidado, e tem a charmosa placa do ano! Tem alguns acessórios que não são originais, como as rodas ("gauchinhas", esportivas da época), a película nos vidros e um adesivo bem irreverente na traseira: "Vivo sem dinheiro"! No interior, bancos combinando com a lataria (que eu, particularmente, não gosto). No geral, um belo representante, com a dignidade que o modelo merece.

As placas são de Pederneiras - SP.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.
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