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segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

Chevrolet Monza SL 1992

 Adoro esse tipo de carro:

06/08/2025



Parece que, pra ele, o tempo só foi passando ao redor, e ele continuou seu trabalho, de levar e trazer as pessoas de um lado pro outro. Não tem frufrus, exageros ou invencionices, não tem grandes intervenções, só o desgaste que o tempo trouxe, e as óbvias marcas que evidenciam que os anos passaram. Simples e autêntico.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

domingo, 22 de junho de 2025

Chevrolet Vectra CD 1997

 Estava caminhando e passava em frente a uma farmácia, quando vi esse belo Vectra CD estacionado:

22/09/2023


Lindão, aparentava estar muito bem conservado e preservava quase integralmente sua originalidade. O único detalhe de que senti falta foi o emblema indicativo da versão. Prata Huet, rodas de liga originais, lanternas fumê originais, faróis de neblina, adesivos do sistema anti-roubo nos vidros, tudo correto e no lugar, nada faltando que eu tenha percebido. As placas ainda são as originais, e é claramente carro de uso normal.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

terça-feira, 11 de março de 2025

Chevrolet Monza Barcelona 1992

 Olha aí! Tinha tempo que eu não via um:

22/10/2022

Em todos esses anos só apareceu dois exemplares aqui no blog dessa rara versão, comemorativa das Olimpíadas de 1992, em Barcelona, Espanha. O primeiro eu vi em 2010, e o outro, só em 2016. Dessa vez, quase que passa direto e eu não consigo. Deu só pra fazer esse registro de longe. Vê-se que as rodas foram trocadas por outras modernas, de diâmetro maior, películas escuras foram colocadas nos vidros, e o adesivo da porta foi colado na tampa da mala. Mas ainda assim é um legítimo Monza Barcelona. As lanternas fumê originais foram mantidas. Nunca mais vi, não sei se é das redondezas.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

Chevrolet Monza SL/E 1993 (táxi?)

 Na mesma rua onde vi o Astra GSI estava isso aqui também:

09/04/2022



Me intrigou por alguns motivos diferentes. Não era táxi de verdade, tanto porque não tinha idade porque não tinha placa vermelha, bigorrilho ou taxímetro. Mas estava pintado nas cores certinhas dos táxis cariocas. Não imagino que seja um carro que participe de gravação de ficção porque ele tem rodas de liga leve de Astra, bem mais novas que o carro e que não fariam nenhum sentido numa cena. Será que era táxi, deixou de ser mas mantiveram a pintura inclusive da faixa? Preferência pessoal de cores eu acho que dá pra descartar também. O que será o caso? Alguém palpita?

Lá em 2013 eu vi e fotografei um Monza Classic 92 que, aquele sim, ainda rodava na praça. Placa vermelha, bigorrilho, taxímetro e de fato carregava passageiros diariamente pra cima e pra baixo. Naquela época ainda não havia o limite de idade pra um carro rodar como táxi.

Rio de Janeiro - RJ.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2025

Chevrolet Chevette 1977

 Chevettinho simpático:

19/12/2021


Se prestar bem atenção, dá pra ver esse Dodge cupê 1935 e essa Rural 66, lá dentro da garagem

De uso normal, honesto, aparenta ser um Standard, bem espartano. Ganhou bancos modernos, com encosto de cabeça. Particularmente gosto do marrom e de suas cores derivadas, principalmente com interior marrom, como é o caso. Essas tonalidades começaram a aparecer mais nos anos setenta, e foram febre nos oitenta.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2025

Chevrolet Vectra CD 2004

 Não parece, mas era um carro de quase vinte anos já:

10/12/2021

E como é lindo ver um carro se manter original assim com o passar do tempo. Me lembro o quanto essas rodas de liga leve e a máscara negra nos faróis faziam a diferença nessa versão. Deve ser tratado a pão-de-ló desde zero. Primeiro emplacamento foi no estado de São Paulo.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

domingo, 22 de dezembro de 2024

VW Fusca 1300 1976

 Vi esse Fusca e quase que não consigo registrar esse Fusquinha saindo da Ilha:

21/11/2021

Mas como a imagem até que ficou aceitável, achei legal trazer. Tá bem originalzinho ainda, do jeito que tem que ser um 1300 standard 76, ao menos pelo que se vê na foto. Pena ter sido tão rápido.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

"Destruindo Clássicos"? - Chevrolet Chevette 1977 + carreta Karmann-Ghia RE350 1990 vendendo peixe

Nessa postagem eu vou aproveitar pra tocar na temática dos supostos "destruidores de clássicos". Quantas vezes você já não ouviu alguém falar "Olha lá, o cara usando o carro antigo pra trabalhar de pedreiro/feirante/florista/(qualquer profissão que se aplique). Caiu em mãos erradas, uma pena! Merecia ser salvo!". Eu mesmo seguia algumas vezes essa concepção superficial sobre esses episódios. Mas será que essa percepção é apropriada?

Carros são produtos fabricados para atender a uma demanda de pessoas que querem se locomover do ponto A ao B. Muitas pessoas que têm poder aquisitivo mais alto compram carros novos, e à medida em que o tempo age gerando desgaste dos itens e a depreciação do conjunto aumenta, eles vão passando para as mãos de outros proprietários, de poder aquisitivo cada vez mais baixo, em curva descendente de conservação. Essa é a regra, o que acontece na maioria dos casos. 

Existe um ponto fora dessa curva, que são os carros que são guardados sem uso, ou os que são usados com frequência muito menor, ou que são muito usados porém proporcionalmente e adequadamente mantidos. Essas são as exceções à regra, e é nesse intervalo que reside a nossa distração (hobby), a cultuação dos automóveis antigos e uso eventual quase exclusivo para passeio são uma pequena parcela desse já pequeno grupo.

Ocorre que, quando imersos nesse universo, prestamos mais atenção aos antigos do que os que não são entusiastas. Ao frequentar os encontros, oficinas especializadas e grupos de amigos presenciais e virtuais com esse gosto em comum, talvez acabemos tendo a impressão de que existem muito mais carros antigos preservados do que a realidade. Pode ser que uma reunião com muitos carros antigos concentrados num mesmo lugar ou um perfil de rede social que publique fotos de carros antigos todos os dias (pra trazer o assunto pros dias atuais) passe essa falsa sensação, mas basta comparar com cenas do trânsito no dia-a-dia em várias amostragens de várias cidades, que fica fácil de entender que, na prática, os carros antigos representam uma porcentagem não muito significativa da frota em constante circulação. Pergunte a um não-entusiasta e ele dirá que raramente vê um ou outro carro mais antigo dentro de sua rotina. 

Pra ilustrar com dados, de acordo com estudo feito no ano passado pelo Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores), 28% da frota são carros com até 5 anos de idade, 55% entre 6 e 15 anos, e 17% têm "16 anos ou mais". Esse último entre aspas porque só considera carros até 25 anos de idade; ou seja, veículos com 26 anos em diante sequer foram contemplados. Não consegui descobrir o motivo, é como se esses carros não existissem pra essa pesquisa. Mas uma outra pesquisa feita pela mesma instituição em 2011, mostra carros com 30 anos em diante, e a queda no número é linear ano a ano, praticamente o tempo todo. Portanto, não foi possível concluir números concretos mas dá pra termos uma noção de que a tendência é que haja redução gradativa na quantidade anual de veículos com essa faixa de idade.

Tudo isso considerado, voltamos ao cenário dos carros antigos frequentemente julgados por estarem sendo usados pra trabalho e supostamente sendo "destruídos". Em muitos casos, os escolhidos pra esses ofícios são carros que já foram depreciados o suficiente pelo mercado e que ao mesmo tempo são resistentes pra aguentar "desaforo". É claro que existem variações de serviço, variações de proprietários e de cuidados com a preservação desses veículos. Portanto, não generalizar já começa sendo uma ótima ideia. Em seguida, podemos considerar que, no ciclo de vida útil de um automóvel, ele começa sendo usado meramente como meio de transporte (seja ele básico, intermediário, esportivo ou de luxo), depois troca de dono algumas vezes, e vai só perdendo valor de mercado com o passar do tempo, até chegar no limite da desvalorização. É geralmente nesse momento (quando o carro tem entre 20 e 28 anos de uso, eu diria) em que eles já atingiram um preço interessante pra quem quer um carro resistente pra trabalho. De 28 anos em diante, já começam a ser vistos com outros olhos e a despertar o interesse desse nicho específico de entusiastas, afinal, no Brasil, com 30 anos (ou 25 anos, em alguns lugares do mundo como alguns estados norte-americanos) já são oficialmente considerados antigos. Essas transições não são concretas e definitivas, não é da noite pro dia que um carro deixa de ser um carro velho negligenciado pra ganhar os holofotes e "se transformar" em antigo cultuado. Mas esses números são estipulados pra formalizar essa classificação.

Depois desse preâmbulo gigantesco, eu ilustro com um exemplo o que foi tratado acima:

Ramos, Rio de Janeiro - RJ.


Carreta e reboque Karmann-Ghia

Conheço muitos que diriam que esse cenário seria "um sacrilégio", porque "está acabando com o carro e com a carretinha, super raros", etc. Percebam que é muito mais interessante admirar a situação positivamente. Inclusive ambos parecem muito bem tratados, mesmo trabalhando. Infelizmente nesse caso eu desconheço a história, mas como eu já falei, há grande chance de ambos terem sido adquiridos com a finalidade de serviço, naquele intervalo de idade em que já desvalorizaram o suficiente. Até porque não faria sentido pagar preço de antigo/clássico pra colocar o carro no batente.

É importante considerar também que muitos desses carros, por não terem valor, foram salvos de irem pra um ferro velho, desmanche ou direto pra prensa. Afinal, é o destino da maioria ser reciclada. Ou seja, não é "mais um que está deixando de ir pras mãos de um colecionador e sendo estragado", mas sim um carro que foi tirado do fim próximo e ganhou mais uma sobrevida na sua função de automóvel, pra consequentemente vivenciar mais histórias a serem contadas. 

A moral da história é: sempre que nos depararmos com algum carro mais antigo "fazendo hora extra" com qualquer tipo de serviço, vale muito mais a pena ficar feliz por ele ainda estar rodando do que achar que "podia estar em alguma coleção" ou coisa do tipo. Não são só os carros restaurados, lambidos ou com baixa quilometragem, sem restauro e impecáveis que têm seu valor. Esses mesmos carrinhos cansados e sofridos que não saem de casa só pra passear também têm seu charme e merecem ser admirados... reitero que estou tratando da regra e não da exceção. Se um exemplar de um modelo ou versão muito raro teve sua vida prolongada e está sendo usado como carro de serviço, talvez seja esse um caso em que compense trocar de mão e ser restaurado, pensando na preservação de parte da história. Mas não necessariamente também, uma vez que, pra isso, é necessário que o proprietário tenha interesse em se desfazer e algum comprador esteja disposto a entrar nessa empreitada. Se tudo se alinhar, ótimo. Se não, segue na labuta até o fim dos dias... acontece, não dá pra salvar tudo.

Bom. A ideia nem era escrever tanto, mas acabei me empolgando e avançando, até chegar nesse monte de palavra. Lembro a todos que esse é o meu ponto de vista, não é a verdade absoluta. Ponho-me à disposição pra ouvir a opinião das senhoras e senhores, seja ela convergente ou divergente da que foi aqui exposta. Deem vosso feedback, nunca é demais!

sábado, 24 de outubro de 2015

Chevrolet Chevette 1977

Esse Chevette passou por mim durante essa semana, mas era noite, eu tava dirigindo e não dava pra fotografar...





Voltei a vê-lo hoje, já perto de fechar o supermercado. Tá bem bonito! Tinha tempo que não via nada interessante no estacionamento do Prezunic...

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Chevrolet Chevette 1976 / VW Sedan "Oval" 1953

Depois de postar os registros do que aconteceu no domingo, lhes mostro como foi o sábado... Saímos pra passear de Oval e encontramos antigos na rua...





Ursinho Pooh segurando o Certificado de Originalidade



Esse Chevette tem placa preta e eu nunca tinha visto na área. Deu pra conhecer e trocar uma ideia com o dono dele, que também tem um Fusca 74 e trabalha com customização de miniaturas. É de Queimados/RJ e estava de passeio por aqui.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Puma GTE 1974

Mais um belíssimo registro fotográfico de um clássico nacional!


E a Puminha ia embora em meio ao trânsito comum e os carros mais modernos, que não têm um terço do seu charme... Cor chamativa, símbolo dos anos 70! Olhando por essa foto, arrisco dizer que é um candidato fácil a ter placas pretas.

Quem enviou essa foi o Andre Luiz Correa!

Santo André - SP.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Puma GTE 1974

Vi pela primeira vez esse Puminha nesse estacionamento, que eu não frequento, mas consigo ver alguma coisa quando passo de ônibus.




Lanterna adaptada de Saveiro/Parati



Talvez eu não tenha reparado, mas não o vi mais em nenhum outro dia. Ou talvez ele não esteja sempre lá. Não deu pra conversar com o proprietário. O que dá pra perceber é que não é dos últimos. Foram feitas algumas modificações, como a troca das lanternas traseiras pelas de Saveiro/Parati. Alguns itens originais faltam, mas o carro tá bonito e aparentemente conservado. Parece ser de uso!

Ilha do Fundão, Rio de Janeiro - RJ.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Chevrolet Chevette 1976

Encontrei mais um Chevette, mais ou menos no estilo de um vermelho que mostrei...







O estilo é um misto de original com customizado e modernizado. Gostei da ausência de película escura nos vidros. Mas continuo preferindo ele todo como veio de fábrica! Essas faixas brancas nos pneus definitivamente não combinam. O carro está à venda.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Chevrolet Chevette 1976

Hoje à noite eu estava andando despretensioso e vi esse Chevette!





Parece bem conservado. O interior contrasta o original com o moderno, parcialmente original com uma tela de DVD. Vidros sem películas escuras! Deu até pra ir até o dono, puxar um papo e entregar o cartãozinho do blog, camarada muito bacana, que prontamente autorizou as fotos! Mas como estava meio com pressa, não deu pra conversar mais... Aqui na Ilha tem um Chevette primeira-geração vermelho (já postei aqui) praticamente todo original, ainda com o segundo dono, desde 1977!

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Dupla de Puma

Paramos no posto e ao longe estavam esses dois Puminhas. O branco logo me chamou a atenção de longe, pensei ser um 73 tubarão!












No final das contas, não consegui chegar a nenhuma decisão sobre do que se tratava cada um. Definitivamente, isso é trabalho pra um perito em Puma!

Segundo o documento no Detran, o branco é um GTE 1970, mas se fosse pra arriscar, eu diria ser um GTE 1973, como à primeira vista. Quanto ao outro, diz "76" no parabrisa, mas não tem a menor cara de 76... O site do Detran não achou essa placa. Mas, como as alterações em carroceria de Puma eram tão comuns, fica muito difícil chegar a uma conclusão exata. Os dois estão à venda, mas se mal dá pra ver o papel, o que dirá o telefone pra contato...

Itaboraí - RJ.
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