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segunda-feira, 16 de março de 2026

Revisitando: VW Karmann-Ghia "Conversível" 1966

 Esse aqui é um daqueles carros que eu não me canso de ver, e sempre que eu encontro, tenho que fotografar novamente. Dessa vez, com um belo sobrado do princípio do século passado ao fundo:

24/10/2025





Ele aparece aqui desde 2011, e a mais recente aparição foi em maio de 25. Nenhuma alteração de lá pra cá, e segue tratado a pão-de-ló. Seu estilo é quase uma viagem aos anos 80, que foi quando boa parte da personalização foi feita. Meu. Foi comprado nessa época e permanece com o mesmo dono, feliz da vida com o carrinho que usa pra passear de vez em quando.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

terça-feira, 25 de novembro de 2025

Revisitando: VW Karmann-Ghia "Conversível" 1966

 E aquela sexta-feira tava boa, hein?

30/05/2025

Já era o nono carro que eu tinha fotografado, e ainda tem mais alguns pra frente. Eu sempre adoro rever esse Karmann-Ghia, transformado em conversível, atualizado e "esportivizado" lá nos anos oitenta, e mantido assim, tratado a muito pão-de-ló, sempre lindo e reluzente por onde passa. E olha que lindeza o meu adesivo no para-brisa!

A última aparição dele por aqui tinha sido em 2023, em fotos que eu tirei no supermercado. O registro mais recente dele em movimento fora em 2019, ainda antes da última pintura e tênue repaginação. 

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

terça-feira, 28 de outubro de 2025

VW Karmann-Ghia 1972

 Plena segunda-feira à tarde, e me passa um Karmann-Ghia:

17/03/2025

No meio daqueles carros comuns, cheios de plástico, passou o amigo, que mora ali nas redondezas. Pena que foi rápido demais, até eu tirar o celular do bolso, abrir a câmera, apontar e apertar o botão, ele já tava longe demais. Tava quase passando por dentro dos esplendorosos e históricos Arcos da Lapa. É um carro muito raro, do último ano de produção do Karmann-Ghia no Brasil, está em impecável estado de conservação e total rigor em termos de originalidade. 

Lapa, Rio de Janeiro - RJ.

Abaixo, uma foto que ilustra devidamente esse belo carro:

E uma foto que eu tirei em um encontro do Veteran Car Club do Brasil - RJ:

segunda-feira, 21 de julho de 2025

VW Karmann-Ghia 1970

 Belíssimo Karmann-Ghia:

20/04/2024

Original pelo que se vê, e de outra cor que não vermelho. Muito ótimo. Toda a pinta de ser azul Mont Blanc, 1970. Pena nunca tê-lo visto antes ou depois. Quase que não dá pra capturar nem essa imagem sofrível dele. Passava bem em frente a uma casa antiga amarela de terreno enorme cheia de árvores e verde, que felizmente resiste à asquerosa especulação imobiliária.

Ilha do Governador, Rio de  Janeiro - RJ.

segunda-feira, 23 de junho de 2025

Revisitando: VW Karmann-Ghia "Conversível" 1966

 Carro ultra interessante, que eu vejo sempre, com alguma frequência, desde que comecei a fotografar e criei o blog:

11/10/2023



Faróis comuns e de milha agora são modernos, em led

Adesivo "Esse Vale Uma Foto" no para-brisa ♡



Volante novo e, no mais, o interior parece que permaneceu o mesmo, incluindo o emblema "Ghia" da Ford

A despeito disso, quando eu tirei essas fotos acima, eu já não via desde 2019, quando havia visto pela última vez. Sabia que estava tudo bem porque encontrava seu dono de vez em quando. Estava só passando por mais uma repintura e finalmente voltou às ruas. Fico sempre muito feliz quando vejo meu adesivo no para-brisa, colado em 2012 e já caminhando pra 15 anos lá! Que eu continue vendo muitas vezes por muitos anos ainda!

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

domingo, 9 de fevereiro de 2025

VW Karmann-Ghia 1968

 E, antes que fôssemos embora daquele maravilhoso bairro, passou bem na porta da casa essa lenda aqui:

04/02/2022

Esse Karmann-Ghia é usado diariamente e tá sempre pra lá e pra cá pela região. Vira e mexe alguém vê e tira foto. Infelizmente, eu não tive oportunidade de tirar uma foto boa dele sequer. Preferi publicar essas ruins mesmo, pra deixar registrado. Se eu conseguir tirar melhores, obviamente eu venho e atualizo. Muito bom de ver!

Santa Teresa, Rio de Janeiro - RJ.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2024

VW Karmann-Ghia

 Esse é mais um que eu só percebi caminhando pela calçada:

23/11/2021

A casa fica numa rua principal bem movimentada, por onde eu passo sempre de carro e quase nunca a pé, e nunca sequer desconfiei de nada. De perto, eu consegui ver. Será que eu já vi antes? Não tem como ter muita noção, vendo assim encapado.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

sábado, 27 de abril de 2024

VW Karmann-Ghia 1967

 E um dos avistamentos mais legais (talvez o mais) do dia foi esse. Bem debaixo do nosso nariz, no hotel em que nos hospedamos, estava essa coisa maravilhosa! Como estava meio no cantinho e tínhamos entrada pelo estacionamento, nem tinha visto. Só fui ver quando desci pela escada, olhei numa fresta e me deparei com essa primeira imagem: 

27/11/2020




Aquele cenário foi praticamente uma viagem no tempo. Com aparência talvez de meio esquecido no canto, de pneus arriados e empoeirado, aquele que é um dos carros mais bonitos já produzidos no Brasil. Faltavam alguns detalhes complicados como os frisos laterais e os emblemas "morcego", emblema "Karmann-Ghia" da tampa do motor, frisos dos vidros. Mas tinha o emblema e grades dianteiros e os raros e caros para-choques específicos do modelo, aparentemente muito bons. As rodas "Tijolinho" não são originais, mas combinam demais com ele e eram uma alteração muito comum em sua época. O interior foi forrado fora do padrão em bege, com bancos Procar, e ganhou um volante com melhor empunhadura, o que não era incomum de se fazer. A cereja do bolo aqui é a placa com o ano do carro! Só um banho bem dado e uma revisão e já bastava pra mim! Não queria mais nada.

O último Karmann-Ghia que eu vi abandonado na rua era um 65 (e não era vermelho!) e ainda tinha placa amarela. Foi em 2011 e provavelmente vai ser o último nessa situação que eu terei visto na vida.

Mogi Mirim - SP.

sexta-feira, 5 de abril de 2024

VW Karmann-Ghia 1970

 Chegando em Búzios, numa voltinha pelo centro da cidade, vi esse Karmann-Ghia:

24/11/2019

E tinha também uma Brasilia branca com rodas Cruz de Malta, que aparece lá atrás, mas não fui até lá ver em detalhes. Lindo carro, vermelho Montana, aparência original, e dos últimos anos de produção, já com os para-choques e rodas modernos. Com placas pretas e tarjetas da própria cidade. Isso me fez lembrar de quando estive lá em 2011, e nesse mesmo lugar estavam em exposição um Aero Willys e um SP2. 

Armação dos Búzios - RJ.

quarta-feira, 20 de março de 2024

Volkswagen Karmann-Ghia

 Esse Karmann-Ghia apontou na bomba de combustível do posto quando eu tinha acabado de chegar pro encontro semanal do Veteran:

23/01/2019

Honestamente, não me lembro de tê-lo visto antes ou depois em encontros ou rodando por aí. Interessante a escolha da cor da carroceria, que destoa do mar de vermelho. 

Lagoa, Rio de Janeiro - RJ.

terça-feira, 19 de março de 2024

Revisitando: VW Karmann-Ghia "Conversível" 1966

 Velho conhecido da região e daqui desse espaço virtual também. Fiquei um tempo sem ver, e nesse dia passei por ele e fiz as fotos:

10/03/2019

Gosto demais desse carro, que está há décadas com o mesmo dono, que o manteve predominantemente do mesmo jeito durante todo esse tempo, desde a customização nos anos 80.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

domingo, 19 de dezembro de 2021

VW Karmann-Ghia TC 1975

 Quem vai dizer que não é satisfatório ver um carro desse andando no trânsito normal, em plena terça-feira?

02/08/2016

Com valorização crescente dentro e fora do país, esse Karmann-Ghia TC, produto nacional, andava sereno e lindo, como se não tivesse mais de 40 anos de idade nas costas. Originalidade majoritariamente mantida, inclusive com as raríssimas lanternas originais, me parece ter sido repintado de uma cor fora do catálogo do seu ano, que parece ser o verde Indaiá (que estaria disponível posteriormente, em 1978 e 1979 - exemplo de Brasilia 78 dessa cor) ou ao menos muito próximo. Me corrijam se eu estiver errado. Na minha opinião, combinou bem com o TC!

Outra do Artur Val!

Ilha do Fundão, Rio de Janeiro - RJ.

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

"Destruindo Clássicos"? - Chevrolet Chevette 1977 + carreta Karmann-Ghia RE350 1990 vendendo peixe

Nessa postagem eu vou aproveitar pra tocar na temática dos supostos "destruidores de clássicos". Quantas vezes você já não ouviu alguém falar "Olha lá, o cara usando o carro antigo pra trabalhar de pedreiro/feirante/florista/(qualquer profissão que se aplique). Caiu em mãos erradas, uma pena! Merecia ser salvo!". Eu mesmo seguia algumas vezes essa concepção superficial sobre esses episódios. Mas será que essa percepção é apropriada?

Carros são produtos fabricados para atender a uma demanda de pessoas que querem se locomover do ponto A ao B. Muitas pessoas que têm poder aquisitivo mais alto compram carros novos, e à medida em que o tempo age gerando desgaste dos itens e a depreciação do conjunto aumenta, eles vão passando para as mãos de outros proprietários, de poder aquisitivo cada vez mais baixo, em curva descendente de conservação. Essa é a regra, o que acontece na maioria dos casos. 

Existe um ponto fora dessa curva, que são os carros que são guardados sem uso, ou os que são usados com frequência muito menor, ou que são muito usados porém proporcionalmente e adequadamente mantidos. Essas são as exceções à regra, e é nesse intervalo que reside a nossa distração (hobby), a cultuação dos automóveis antigos e uso eventual quase exclusivo para passeio são uma pequena parcela desse já pequeno grupo.

Ocorre que, quando imersos nesse universo, prestamos mais atenção aos antigos do que os que não são entusiastas. Ao frequentar os encontros, oficinas especializadas e grupos de amigos presenciais e virtuais com esse gosto em comum, talvez acabemos tendo a impressão de que existem muito mais carros antigos preservados do que a realidade. Pode ser que uma reunião com muitos carros antigos concentrados num mesmo lugar ou um perfil de rede social que publique fotos de carros antigos todos os dias (pra trazer o assunto pros dias atuais) passe essa falsa sensação, mas basta comparar com cenas do trânsito no dia-a-dia em várias amostragens de várias cidades, que fica fácil de entender que, na prática, os carros antigos representam uma porcentagem não muito significativa da frota em constante circulação. Pergunte a um não-entusiasta e ele dirá que raramente vê um ou outro carro mais antigo dentro de sua rotina. 

Pra ilustrar com dados, de acordo com estudo feito no ano passado pelo Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores), 28% da frota são carros com até 5 anos de idade, 55% entre 6 e 15 anos, e 17% têm "16 anos ou mais". Esse último entre aspas porque só considera carros até 25 anos de idade; ou seja, veículos com 26 anos em diante sequer foram contemplados. Não consegui descobrir o motivo, é como se esses carros não existissem pra essa pesquisa. Mas uma outra pesquisa feita pela mesma instituição em 2011, mostra carros com 30 anos em diante, e a queda no número é linear ano a ano, praticamente o tempo todo. Portanto, não foi possível concluir números concretos mas dá pra termos uma noção de que a tendência é que haja redução gradativa na quantidade anual de veículos com essa faixa de idade.

Tudo isso considerado, voltamos ao cenário dos carros antigos frequentemente julgados por estarem sendo usados pra trabalho e supostamente sendo "destruídos". Em muitos casos, os escolhidos pra esses ofícios são carros que já foram depreciados o suficiente pelo mercado e que ao mesmo tempo são resistentes pra aguentar "desaforo". É claro que existem variações de serviço, variações de proprietários e de cuidados com a preservação desses veículos. Portanto, não generalizar já começa sendo uma ótima ideia. Em seguida, podemos considerar que, no ciclo de vida útil de um automóvel, ele começa sendo usado meramente como meio de transporte (seja ele básico, intermediário, esportivo ou de luxo), depois troca de dono algumas vezes, e vai só perdendo valor de mercado com o passar do tempo, até chegar no limite da desvalorização. É geralmente nesse momento (quando o carro tem entre 20 e 28 anos de uso, eu diria) em que eles já atingiram um preço interessante pra quem quer um carro resistente pra trabalho. De 28 anos em diante, já começam a ser vistos com outros olhos e a despertar o interesse desse nicho específico de entusiastas, afinal, no Brasil, com 30 anos (ou 25 anos, em alguns lugares do mundo como alguns estados norte-americanos) já são oficialmente considerados antigos. Essas transições não são concretas e definitivas, não é da noite pro dia que um carro deixa de ser um carro velho negligenciado pra ganhar os holofotes e "se transformar" em antigo cultuado. Mas esses números são estipulados pra formalizar essa classificação.

Depois desse preâmbulo gigantesco, eu ilustro com um exemplo o que foi tratado acima:

Ramos, Rio de Janeiro - RJ.


Carreta e reboque Karmann-Ghia

Conheço muitos que diriam que esse cenário seria "um sacrilégio", porque "está acabando com o carro e com a carretinha, super raros", etc. Percebam que é muito mais interessante admirar a situação positivamente. Inclusive ambos parecem muito bem tratados, mesmo trabalhando. Infelizmente nesse caso eu desconheço a história, mas como eu já falei, há grande chance de ambos terem sido adquiridos com a finalidade de serviço, naquele intervalo de idade em que já desvalorizaram o suficiente. Até porque não faria sentido pagar preço de antigo/clássico pra colocar o carro no batente.

É importante considerar também que muitos desses carros, por não terem valor, foram salvos de irem pra um ferro velho, desmanche ou direto pra prensa. Afinal, é o destino da maioria ser reciclada. Ou seja, não é "mais um que está deixando de ir pras mãos de um colecionador e sendo estragado", mas sim um carro que foi tirado do fim próximo e ganhou mais uma sobrevida na sua função de automóvel, pra consequentemente vivenciar mais histórias a serem contadas. 

A moral da história é: sempre que nos depararmos com algum carro mais antigo "fazendo hora extra" com qualquer tipo de serviço, vale muito mais a pena ficar feliz por ele ainda estar rodando do que achar que "podia estar em alguma coleção" ou coisa do tipo. Não são só os carros restaurados, lambidos ou com baixa quilometragem, sem restauro e impecáveis que têm seu valor. Esses mesmos carrinhos cansados e sofridos que não saem de casa só pra passear também têm seu charme e merecem ser admirados... reitero que estou tratando da regra e não da exceção. Se um exemplar de um modelo ou versão muito raro teve sua vida prolongada e está sendo usado como carro de serviço, talvez seja esse um caso em que compense trocar de mão e ser restaurado, pensando na preservação de parte da história. Mas não necessariamente também, uma vez que, pra isso, é necessário que o proprietário tenha interesse em se desfazer e algum comprador esteja disposto a entrar nessa empreitada. Se tudo se alinhar, ótimo. Se não, segue na labuta até o fim dos dias... acontece, não dá pra salvar tudo.

Bom. A ideia nem era escrever tanto, mas acabei me empolgando e avançando, até chegar nesse monte de palavra. Lembro a todos que esse é o meu ponto de vista, não é a verdade absoluta. Ponho-me à disposição pra ouvir a opinião das senhoras e senhores, seja ela convergente ou divergente da que foi aqui exposta. Deem vosso feedback, nunca é demais!

sexta-feira, 6 de março de 2020

Encontro Mensal VCC do Brasil - RJ (08/02/20)

Mais um segundo-sábado-do-mês, mais um mensal do Veteran no Città America. Apareceu bastante carro interessante, alguns que eu ainda não conhecia pessoalmente. Seguem as fotos:










































































Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ.
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