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domingo, 4 de maio de 2025

Chevrolet Opala Comodoro 1988

 Esse eu vi algumas vezes, também na faculdade:

05/07/2023


Um Comodoro que passou por atualização, com os para-choques mais modernos, usados em 91 e 92. Ganhou ainda lanternas escuras usadas no Diplomata, piscas dianteiros cristal, emblema moderno da Chevrolet na tampa do porta-malas, ponteira grande de escapamento, rodas do "New" Civic, bancos concha esportivos na frente, sensor de estacionamento e pintura em uma tonalidade próxima ao genérico "Verde Kawasaki". 

Ilha do Fundão, Rio de Janeiro - RJ.

segunda-feira, 25 de março de 2024

Casalzinho Omega ♡ Suprema

 Estava passando de carro, olhei rápido pro lado direito e só deu tempo de puxar o celular e tirar essa:

13/08/2019

Não sei o que tinha ali ou por que lá estavam, mas achei interessante eles fazendo companhia um pro outro. Diria que as rodas do Omega são da versão CD, e a Suprema tem rodas de GLS e um emblema GLS no para-lama, só que da linha Volkswagen.

Gostei que o desenho colorido no muro como pano de fundo.

Santo Cristo, Rio de Janeiro - RJ.

sexta-feira, 8 de março de 2024

Chevrolet Opala Comodoro 1989

 E ainda nesse mesmo dia, eu vi outro Opala! Mas diferente do Diplomata cupê, esse Comodoro tava original, lindo, maravilhoso e cheiroso:

04/02/2019

Era justamente o que eu cheguei mais perto de comprar em termos de Opala, lá em 2016: Comodoro 88-90, quatro portas, quatro cilindros. Como a maioria aqui talvez já saiba, nunca fui super fã de nenhum Opala. Mas na época em que eu frequentava o encontro do OCRJ (Opala Clube do Rio de Janeiro) semanalmente, eu fiquei bastante tentado a ter o meu, e tinha escolhido essa configuração (podia ser Caravan também). Quase fechei com um de carroceria branca, mas acabou não acontecendo. Nesse facelift, o Comodoro é mais interessante que o Diplomata, na minha opinião. Ninguém apareceu durante as fotos, mas teria sido interessante trocar uma ideia. Placas de Trajano de Morais/RJ, mas já foi anteriormente de Minas Gerais.

Centro, Rio de Janeiro - RJ.

Chevrolet Diplomata Cupê 1986

 Mais Opala!

04/02/2019

Esse me lembrou um Diplomata cupê 82 que eu já postei aqui 10 anos atrás, com modificações razoavelmente semelhantes, mas com a temática "Flamengo". Esse aí de cima tem rodas dos anos 2000, aerofólio, frisos, para-choques e retrovisores pintados na cor do carro, bagageiro, pino bola pra reboque e esse acabamento vermelho grande entre as lanternas, usado nos Diplomata de anos seguintes, deslocando a placa traseira pro para-choque. Vejo também bastante adesivo e muitas fitas de led. Queria ter visto à noite também. 

Customização controversa demais na época e talvez mais ainda hoje, mas é relevante o fato de que permaneceu customizado por bastante tempo e ainda é usado hoje. Placas de Nova Iguaçu/RJ.

O adesivo "Brutus Móvel 2" pressupõe um "Brutus Móvel" anterior. Qual será?

Centro, Rio de Janeiro - RJ.

domingo, 15 de outubro de 2023

Chevrolet Monza Club 1994

 Esse causo foi curioso:

06/11/2015

Me dei conta de que tinha tirado foto, nessa mesma rua, passeando com o cachorro, de um Monza de outra edição especial daquele mesmo ano, 1994. "Club" era uma versão que fazia referência à Copa do Mundo de 1994, na qual o Brasil conquistou o tetracampeonato. Tirei a foto só por tirar, na época, mas acabou que, pela coincidência, acho válido trazer. A exemplo daquele Hi-Tech, via com frequência e depois de um tempo, nunca mais vi. Me lembro que ainda tinha o volante original, com a plaquetinha "Monza Club" no botão de buzina.

Em termos de acessórios, o Club era menos completo que o Hi-Tech, conforme podemos acompanhar nessa propaganda de revista:

Propaganda Monza Club: "Enquanto Todo Mundo Está Treinando, Nós Mostramos o Campeão."

Diferente do Hi-Tech, podia ter duas ou quatro portas, e o combustível podia ser gasolina ou álcool. Ar condicionado e freio a disco eram opcionais e a versão tinha uma opção de cor exclusiva batizada de "Azul Cézanne" perolizado (que é o caso do carro por mim fotografado). Rodas de alumínio de 14", as mesmas usadas no Monza Classic.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

Chevrolet Monza Hi-Tech 1994

 Eu via esporadicamente esse Monza, mas não me lembro de tê-lo visto mais por um bom tempo:

23/12/2018



Emblema da versão "Hi-Tech" (e no reflexo, eu e o Dodge, meu cachorro maravilhoso)

Foto que tirei em outro dia, do mesmo carro: detalhe do volante original, com botão de buzina exclusivo da versão "Hi-Tech"

Certamente poucos representantes dessa edição limitada sobraram, considerando que sua produção já foi inicialmente baixa. Esse aí ainda roda com o adesivo no friso e tudo. 

A versão oferecia "alguns dos mais recentes avanços tecnológicos", quais sejam: "freios a disco nas quatro rodas com ABS, sistema de alarme antifurto, cintos de segurança de três pontos dianteiros e traseiros, sistema de regulagem de faróis" e vinha com motor 2.0 a gasolina e injeção eletrônica E.F.I. Além disso, vinha com "ar condicionado frio e quente, conjunto elétrico, rodas de alumínio e painel digital". Sempre na carroceria de quatro portas e na cor Azul Strauss perolizada. As informações podem ser confirmadas abaixo, em uma propaganda de revista:

Propaganda Monza Hi-Tech: "Hi-Tech. O Monza de laboratório."

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

sábado, 20 de novembro de 2021

Chevrolet Caravan 1984

 Essa Caravan passou por mim na Av. Brasil, altura de Bonsucesso:

05/12/2014

Nada de muito especial nesse caso, mas eu gosto de ver um carro que já tem 30 anos de idade, mantido original, e rodando na labuta, firme e forte. E aparentemente muito bem conservado, além disso tudo.

Bonsucesso, Rio de Janeiro - RJ.

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

"Destruindo Clássicos"? - Chevrolet Chevette 1977 + carreta Karmann-Ghia RE350 1990 vendendo peixe

Nessa postagem eu vou aproveitar pra tocar na temática dos supostos "destruidores de clássicos". Quantas vezes você já não ouviu alguém falar "Olha lá, o cara usando o carro antigo pra trabalhar de pedreiro/feirante/florista/(qualquer profissão que se aplique). Caiu em mãos erradas, uma pena! Merecia ser salvo!". Eu mesmo seguia algumas vezes essa concepção superficial sobre esses episódios. Mas será que essa percepção é apropriada?

Carros são produtos fabricados para atender a uma demanda de pessoas que querem se locomover do ponto A ao B. Muitas pessoas que têm poder aquisitivo mais alto compram carros novos, e à medida em que o tempo age gerando desgaste dos itens e a depreciação do conjunto aumenta, eles vão passando para as mãos de outros proprietários, de poder aquisitivo cada vez mais baixo, em curva descendente de conservação. Essa é a regra, o que acontece na maioria dos casos. 

Existe um ponto fora dessa curva, que são os carros que são guardados sem uso, ou os que são usados com frequência muito menor, ou que são muito usados porém proporcionalmente e adequadamente mantidos. Essas são as exceções à regra, e é nesse intervalo que reside a nossa distração (hobby), a cultuação dos automóveis antigos e uso eventual quase exclusivo para passeio são uma pequena parcela desse já pequeno grupo.

Ocorre que, quando imersos nesse universo, prestamos mais atenção aos antigos do que os que não são entusiastas. Ao frequentar os encontros, oficinas especializadas e grupos de amigos presenciais e virtuais com esse gosto em comum, talvez acabemos tendo a impressão de que existem muito mais carros antigos preservados do que a realidade. Pode ser que uma reunião com muitos carros antigos concentrados num mesmo lugar ou um perfil de rede social que publique fotos de carros antigos todos os dias (pra trazer o assunto pros dias atuais) passe essa falsa sensação, mas basta comparar com cenas do trânsito no dia-a-dia em várias amostragens de várias cidades, que fica fácil de entender que, na prática, os carros antigos representam uma porcentagem não muito significativa da frota em constante circulação. Pergunte a um não-entusiasta e ele dirá que raramente vê um ou outro carro mais antigo dentro de sua rotina. 

Pra ilustrar com dados, de acordo com estudo feito no ano passado pelo Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores), 28% da frota são carros com até 5 anos de idade, 55% entre 6 e 15 anos, e 17% têm "16 anos ou mais". Esse último entre aspas porque só considera carros até 25 anos de idade; ou seja, veículos com 26 anos em diante sequer foram contemplados. Não consegui descobrir o motivo, é como se esses carros não existissem pra essa pesquisa. Mas uma outra pesquisa feita pela mesma instituição em 2011, mostra carros com 30 anos em diante, e a queda no número é linear ano a ano, praticamente o tempo todo. Portanto, não foi possível concluir números concretos mas dá pra termos uma noção de que a tendência é que haja redução gradativa na quantidade anual de veículos com essa faixa de idade.

Tudo isso considerado, voltamos ao cenário dos carros antigos frequentemente julgados por estarem sendo usados pra trabalho e supostamente sendo "destruídos". Em muitos casos, os escolhidos pra esses ofícios são carros que já foram depreciados o suficiente pelo mercado e que ao mesmo tempo são resistentes pra aguentar "desaforo". É claro que existem variações de serviço, variações de proprietários e de cuidados com a preservação desses veículos. Portanto, não generalizar já começa sendo uma ótima ideia. Em seguida, podemos considerar que, no ciclo de vida útil de um automóvel, ele começa sendo usado meramente como meio de transporte (seja ele básico, intermediário, esportivo ou de luxo), depois troca de dono algumas vezes, e vai só perdendo valor de mercado com o passar do tempo, até chegar no limite da desvalorização. É geralmente nesse momento (quando o carro tem entre 20 e 28 anos de uso, eu diria) em que eles já atingiram um preço interessante pra quem quer um carro resistente pra trabalho. De 28 anos em diante, já começam a ser vistos com outros olhos e a despertar o interesse desse nicho específico de entusiastas, afinal, no Brasil, com 30 anos (ou 25 anos, em alguns lugares do mundo como alguns estados norte-americanos) já são oficialmente considerados antigos. Essas transições não são concretas e definitivas, não é da noite pro dia que um carro deixa de ser um carro velho negligenciado pra ganhar os holofotes e "se transformar" em antigo cultuado. Mas esses números são estipulados pra formalizar essa classificação.

Depois desse preâmbulo gigantesco, eu ilustro com um exemplo o que foi tratado acima:

Ramos, Rio de Janeiro - RJ.


Carreta e reboque Karmann-Ghia

Conheço muitos que diriam que esse cenário seria "um sacrilégio", porque "está acabando com o carro e com a carretinha, super raros", etc. Percebam que é muito mais interessante admirar a situação positivamente. Inclusive ambos parecem muito bem tratados, mesmo trabalhando. Infelizmente nesse caso eu desconheço a história, mas como eu já falei, há grande chance de ambos terem sido adquiridos com a finalidade de serviço, naquele intervalo de idade em que já desvalorizaram o suficiente. Até porque não faria sentido pagar preço de antigo/clássico pra colocar o carro no batente.

É importante considerar também que muitos desses carros, por não terem valor, foram salvos de irem pra um ferro velho, desmanche ou direto pra prensa. Afinal, é o destino da maioria ser reciclada. Ou seja, não é "mais um que está deixando de ir pras mãos de um colecionador e sendo estragado", mas sim um carro que foi tirado do fim próximo e ganhou mais uma sobrevida na sua função de automóvel, pra consequentemente vivenciar mais histórias a serem contadas. 

A moral da história é: sempre que nos depararmos com algum carro mais antigo "fazendo hora extra" com qualquer tipo de serviço, vale muito mais a pena ficar feliz por ele ainda estar rodando do que achar que "podia estar em alguma coleção" ou coisa do tipo. Não são só os carros restaurados, lambidos ou com baixa quilometragem, sem restauro e impecáveis que têm seu valor. Esses mesmos carrinhos cansados e sofridos que não saem de casa só pra passear também têm seu charme e merecem ser admirados... reitero que estou tratando da regra e não da exceção. Se um exemplar de um modelo ou versão muito raro teve sua vida prolongada e está sendo usado como carro de serviço, talvez seja esse um caso em que compense trocar de mão e ser restaurado, pensando na preservação de parte da história. Mas não necessariamente também, uma vez que, pra isso, é necessário que o proprietário tenha interesse em se desfazer e algum comprador esteja disposto a entrar nessa empreitada. Se tudo se alinhar, ótimo. Se não, segue na labuta até o fim dos dias... acontece, não dá pra salvar tudo.

Bom. A ideia nem era escrever tanto, mas acabei me empolgando e avançando, até chegar nesse monte de palavra. Lembro a todos que esse é o meu ponto de vista, não é a verdade absoluta. Ponho-me à disposição pra ouvir a opinião das senhoras e senhores, seja ela convergente ou divergente da que foi aqui exposta. Deem vosso feedback, nunca é demais!

sábado, 10 de março de 2012

Chevrolet Opala Diplomata Automático 1991

Interessante que há pouco postei um Comodoro automático, só que do ano seguinte. Esse tá em estado semelhante:


Esse, por ser um Diplomata, tem as rodas diferentes. Não deu prá ver o interior, mas por fora tá bem bonito. Carro muito confortável, bonito, espaçoso e anda bem...

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Chevrolet Chevette abandonado

Mais um Chevette em condições lamentáveis... Deem só uma olhada:


Bem que podia participar da seção especial "Carros da Galera na Copa do Mundo", mas não participou porque não tá pintado de verde-e-amarelo  e não teve o teto grotescamente cortado. Poderia até participar por ser vermelho, quem sabe por alguns torcedores da Espanha, Polônia, Sérvia... Vai saber.

Esse carro ficou algumas semanas na rua e foi retirado quando já estava totalmente pichado, sem uma porta e plenamente sacaneado. Pena não poder ter feito fotos melhores. Pobre Chevette.

Pelo menos não foi só pichado, mas também grafitado, prá dar um pouco de arte à situação:


O artista é meu camarada, Emanuel Marinho Bilson, que tirou a foto!

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

Dica: Que tal comparar com esse outro Chevette vermelho, também da Ilha? 

sábado, 30 de julho de 2011

Chevrolet Opala Cupê 1975, parado há 20 anos

Há algum tempo, postei a foto de uma Harley-Davidson Fat Boy em uma garagem. Lembraram? Só que ninguém comentou sobre o que estava atrás dela! Alguém reparou? Ninguém estranhou? Mostro-lhes então, com detalhes, o que estava lá atrás, acompanhado de sua breve história:




Repare que o trinco do porta-malas quebrou, deixando a tampa aberta "ad aeternum"





Segundo relatos de vizinhos, o carro - que ainda ostenta placas amarelas - está parado ali há cerca de 20 anos, quando um outro veículo ocasionou essa batida na sua traseira, a poucos metros de casa. Dali, foi levado à garagem e lá está até hoje. Pelo jeito, virou depósito das mais variadas tralhas. Até um barco permaneceu preso ao hack no teto. Imagina o estado da suspensão do pobre Opala. Apesar do estado, evidentemente não está abandonado, uma vez que se encontra estacionado em uma vaga de garagem de um prédio.

Ainda de acordo com o que disseram, ele era pouco usado e tratado como um xodó. Foi o primeiro carro de seu proprietário. Confesso que nunca tinha visto essas rodas nesse modelo. Parecem mais voltadas prá jipes e carros grandes. No mínimo, curioso. Assim como toda a história, né.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.
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