Tinha visto esse carro em maio, e voltei a vê-lo, seis meses depois:
Dessa vez, consegui fotografá-lo em movimento, saindo do supermercado. Segue no uso, aos 40 anos de idade, para o nosso deleite!
Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.
Tinha visto esse carro em maio, e voltei a vê-lo, seis meses depois:
Dessa vez, consegui fotografá-lo em movimento, saindo do supermercado. Segue no uso, aos 40 anos de idade, para o nosso deleite!
Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.
Caminhei mais um pouco e esses dois passaram por mim:
Domingo de manhã, certamente andando juntos e certamente não são carro de uso normal, mas de passeios eventuais como esse num fim-de-semana. Cada um customizado à sua maneira, sem muito compromisso com a originalidade.
Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.
"Repeteco" de novo:
Um Fusca 64 em pleno uso diário, sessenta anos após sair da fábrica, obviamente merece ser celebrado em todas as oportunidades. A última aparição dele aqui no blog foi em fotos que eu tirei dele em 2022, em outro supermercado. De lá pra cá, o para-choque dianteiro, com bastante oxidação, foi pintado de cinza e ficou com aspecto melhor. O volante foi substituído por um moderno, eu preferia o antigo. O rádio toca-fitas continua lá.
Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.
Pena eu só ter conseguido essa foto:
Vi poucas vezes, e essa foi a única que ainda deu pra registrar. Os Chevettes de quatro portas são pouquíssimo comuns de se ver hoje, e esse parece ser de uso normal. Tem placas Mercosul de coleção, algumas marcas de reparo, painel traseiro pintado de preto e lanternas fumê. Assim que eu conseguir, trago fotos melhores.
Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.
Entrou em contato comigo um amigo com quem há muito eu não falava, e me disse que estava atrás de um Fusca. Depois de olhar um bocado de anúncios, eis que ele acabou fechando com um Fusquinha 74, que estava em São Paulo, e assim que possível ele veio me mostrar, demos uma volta, fomos trocar os pneus, dar pino e fizemos umas fotos, já com pneus radiais:
Eu gostei demais do carrinho, com esse aspecto de "imexido", pintura gasta em boa parte da carroceria, praticamente todo original, à exceção de alguns detalhes. A mecânica estava bem saudável, e veio de São Paulo até o Rio sem nenhuma intercorrência.
Achei um charme só, com todas essas chagas e marquinhas de desgaste e uso, que atravessaram décadas. E ainda teve um fato interessante, que eu não sei se vocês repararam: as paredes da oficina em que paramos pra engraxar todo ele por baixo combinavam perfeitamente com a pátina da carroceria:
Legal demais! Lá em 2011, postei fotos e a história de um Fusca 1300L 1980 que pertence a esse mesmo amigo.
Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.
Caminhando pela noite de sábado, passei por esse Fusquinha:
Rebaixado e com rodas de 17 polegadas, cor escolhida conforme preferência, algumas partes da carroceria propositalmente lixadas mas pintura em geral brilhando. Molduras cromadas nos para-lamas, emblema "1200" do mercado atual de acessórios (nunca saiu de fábrica) e piscas dianteiros cristal. As placas pretas é que não combinam muito.
Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.
Outro que ficou um bocado de tempo no mesmo lugar:
A julgar pelo que dava pra ver, estava em situação bem delicada. A despeito disso, ainda tinha detalhes interessantes como os para-choques originais com poleiros e batentes, moldura da placa traseira e ainda usava pneus diagonais. Pena que a exposição às intempéries o fez chegar até esse ponto. Recentemente foi anunciado, e hoje já não se encontra mais nessa mesma garagem.
Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.
Mais Fusca:
Mil-e-trezentos L 77 bege, suspensão rebaixada, banda branca larga postiça nos pneus diagonais Maggion, rodas vermelhas sendo taludas as traseiras, bagageiro também vermelho com prancha de surfe amarrada, algumas partes do carro propositalmente com aspecto de ferrugem, tipo uma porta inteira, muitos adesivos espalhados pelo carro e corda de sisal amarrada nos para-choques. Placa de Araruama/RJ.
Adoro o piso de caquinho da garagem!
Olaria, Rio de Janeiro - RJ.
Achei simpático esse Fusquinha:
Em que pese o desgaste devido ao uso diário e dos 45 anos nas costas, e a ferrugem aparente em alguns pontos da carroceria, ele ainda se mantém de pé e até original, em suas características gerais. Tranca vermelha de praxe no volante, e Frajola pendurado no retrovisor interno.
Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.
Nada de mais, mas sei lá, minimamente pitoresco:
Um Fusca e um Opala numa mesma garagem assim, tanto tempo depois de saírem da fábrica, achei que valia o registro. O Fusca estava à venda e trazia escrito no vidro uma viagem na maionese que, por alguma razão, tanta gente repete em tantos lugares, que é essa história de "motor 1300 L". Quem terá inventado essa sandice?
Rio das Ostras - RJ.
Depois da Panorama, segui adiante tirando foto de mais alguns carros que infelizmente estão parados há bons anos, pegando sol e chuva:
Esse Diplomata certamente já está aí há bem mais tempo que a Fiat, a julgar pela pintura praticamente "tostada", com mais pontos de oxidação e mais severos. Tem duas características comuns com ela e àquela época, que é o tom da carroceria marrom/bege e o combustível álcool. Curiosamente ainda tem todos os apliques laterais da versão, e ainda tem nas rodas de ferro os vestígios do que provavelmente eram as belas calotas originais. Uma pena vê-lo assim. Pelas iniciais "IDG" (que poderiam ser de "Ilha do Governador"), já foi do Rio Grande do Sul. Fazendo companhia a ele está esse Gol, como alguns já perceberam nas fotos acima:
Diferentemente da Fiat Panorama, ambos ainda se encontram no mesmo lugar atualmente.
Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.
Os Chevette quatro-portas já não eram tão comuns quando novos. Os anos foram passando e hoje praticamente não sobrou nenhum. Esse é um exemplar do seu penúltimo ano de produção:
Das vezes que passei por essa rua, essa foi a única em que vi esse Chevette lá. A quantidade de portas e o resto de tinta amarela em alguns pontos podem ser evidências de que já trabalhou como carro de praça, ao passo que o bagageiro pode indicar transporte de carga. Estava em um estado de conservação em que eu fiquei na dúvida se ainda estava em pleno uso. Roda dianteira de Volkswagen (família Gol) e a traseira me parece de Audi. Talvez devesse ter parado pra ver mais detalhes e tirar mais fotos. Estava com pressa nesse dia e tirei só de dentro do carro mesmo. Placas de Rio Bonito/RJ.
Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.
Abaixo, uma foto de mais ou menos como ele era quando novo:
Bem. Já posso dizer que é a terceira postagem de que esse carro participa. Ele apareceu aqui junto com outro 66, em 2015, e agora na última postagem, com fotos de 2017.
Preferi separar as fotos pra que, dessa vez, ficasse isolado numa publicação só dele. Sei que hoje já trocou de mãos, mas pelo que me lembro tinha mecânica bem forte e por isso a gaiola na parte interna. Até onde eu sei, foi um carro muito bem montado. A tonalidade fosca da carroceria por desgaste do tempo é um detalhe que me agrada muito. Essa altura deixa muito bonito nas fotos, na minha opinião é baixo demais pra rodar, mas muitos amigos têm e andam assim e gostam, é uma cultura bastante significativa em quantidade de adeptos. As placas pretas é que, nesse caso, são bastante questionáveis.
Ingá, Niterói - RJ.
A presente postagem é um "revisitando" duplo! Ambos já figuraram aqui antes, mas naturalmente não juntos.
O Fusca à época era de um amigo e eu fotografei juntamente com outro, do mesmo ano e em configuração semelhante, quando vi estacionados na rua. Estava com um jogo de rodas diferentes, era 2015. Já o Dodge é de outro amigo, e tirei fotos numa de suas vindas ao "postinho", em 2017.
Ingá, Niterói - RJ.
Retornei com as postagens aqui, mas já tem quase um mês que não atualizo. De lá pra cá, eu tenho revisado nas horas vagas todas as postagens do blog, desde o início em 2010. Como são mais de 3 mil, tem levado bastante tempo e acaba que não posto nada novo.
Conversando no grupo do blog essa semana (quem tiver interesse em entrar, me manda um e-mail com o número, que eu incluo lá), um amigo mandou fotos de um cenário já bem raro hoje, que é um Chevrolet 51 na rua aparentemente abandonado. Me remeteu aos anos 80:
Não demorou muito, e eu busquei na minha cabeça que era familiar. E bingo, eu já tinha postado fotos que meu pai tirou, quatro anos atrás. É uma pena, porque parecia que ele estava voltando à vida e já até funcionava. Posso e quero estar enganado, mas não me parece que a restauração está acontecendo, uma vez que ele piorou bastante de lá pra cá, e aparenta estar na rua, já sem uma porta, com os faróis quebrados e um amassado bem relevante em cima de onde ficava a porta do motorista. Arrisco dizer que é muito improvável que daí ele vá ser salvo... mas novamente, torço pra estar enganado!
Quem viu foi o André Bastos!
Niterói - RJ.






























































































































































































































































































































