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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

VW Fusca 1962

Fusca lindinho que encontrei à venda em uma agência de semi-novos...





É um brilho azul no meio de tantos carros parecidos e de plástico! Deveria estar na frente, chamando a atenção de quem passa na rua! Tem alguns detalhes faltando pra ser mais original, como as rodas sem janelas e o aro do volante... Mas em geral tá muito bonito!

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

22 comentários:

  1. Eng Diego Ventura (via facebook)2 de fevereiro de 2013 01:12

    Luz de placa nariz de bruxa!

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  2. André Grigorevski (via facebook)2 de fevereiro de 2013 01:16

    Quanto $$$?

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  3. Bonito Fusca, mas os chamados popularmente por "Modelinho" são aqueles fabricados no segundo semestre de 1966, quando foi feita a mudança no vidro traseiro, que passou a ser 20% maior. Era para ter saído também com motor 1.300 mas não houve tempo de terminar o desenvolvimento e a novidade mecânica ficou para o modelo 1967, já não mais considerado "Modelinho", o apelido deste era "Tigrão"...

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  4. André Grigorevski (via facebook)2 de fevereiro de 2013 13:25

    É uma boa quantidade de dinheiros...

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  5. Alvaro Augusto Gutto Rocha (via facebook)2 de fevereiro de 2013 13:26

    A minha idade !!!

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  6. Anderson Kasperavicius (via facebook)2 de fevereiro de 2013 13:26

    Se for original e 1200 vale

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  7. Lucas Figueiredo (via facebook)2 de fevereiro de 2013 13:27

    Pelo estado não acho que vale tudo isso não, no máximo 10

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  8. Juno Bass (via facebook)2 de fevereiro de 2013 13:28

    É mesmo, Lucas? Não vi de perto, mas daqui ele me parece tão ótimo...

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  9. Lucas Figueiredo (via facebook)2 de fevereiro de 2013 13:28

    Rodas não são originais, boa limpeza no para-choque, detalhes internos...
    Obs: Dentadura nas aletas de época, gostei!

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  10. Juno Bass (via facebook)2 de fevereiro de 2013 13:30

    Bom, não vi por dentro e nem os detalhes, e tb não gosto de estofamento claro (só se for bege, e dependendo da cor do carro), mas rodas e parachoques, com umas "mirr" pratas "nóis resorrrve" bem... Hehe...
    O problema das "dentaduras" e congêneres é o que acontece embaixo delas. Há muitos anos meu pai teve um 67 que veio cheio desses (e muitos outros, até nas calhas da capota) detalhes, colocados pelo dono anterior. Tinha tudo que se possa imaginar, de calhas de alumínio sobre as janelas até prateleira sob o painel e banco reclinável inteiriço, esse sim utilíssimo! Tempos depois, quando fomos ver, embaixo dos alumínios tinha juntado água e estava tudo podre! Ainda nas pontas de paralamas, nos batentes sobre as caixas, colunas e nas saias não foi tão ruim, mas a grelha foi feita e refeita e nunca ficou boa. Talvez num carro de coleção ou de fim de semana seja mais fácil de evitar, mas o do meu pai era de uso normal no dia a dia, não dava para ter tantos cuidados.

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  11. Pedro Watson (via facebook)2 de fevereiro de 2013 13:30

    As lanternas traseiras não são do 62.

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  12. Luis Antonio Matta Machado (via facebook)2 de fevereiro de 2013 14:23

    Daqui a 5 minutos vira uma penteadeira de ...

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  13. Juno Bass (via facebook)2 de fevereiro de 2013 14:24

    HAHAHA!! Também não exagera! Eu avalio sempre por quanto se gastaria para deixá-lo inteiro e original.

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  14. Pedro Watson (via facebook)2 de fevereiro de 2013 14:25

    E ainda ostenta um "1300" na tampa traseira.

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  15. Juno Bass (via facebook)2 de fevereiro de 2013 14:27

    Uma época, depois de 67, muita gente fez essa besteira (colocar o "1300" na tampa) porque retificava o motor para 1300 e achava que era "chic" falar isso para o mundo. Se fosse só isso tava bom, muitas "modernizações" destruíram carros históricos, inviabilizando sua retomada à originalidade.

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  16. Juno Bass (via facebook)2 de fevereiro de 2013 14:28

    Cansei de ver gente se achando "esperta" fechando "bananinhas" com massa plástica ou arrombando "splits" para colocar vidros "muderrxnus", e daí a fora.

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  17. Luis Antonio Matta Machado (via facebook)2 de fevereiro de 2013 14:28

    Em 66, meu pai mandou fazer modificações no se Fusca 63, que o deixaram muito interessante na época. Era um modismo que vinha da Alemanha, e foi razoavelmente difundido por aqui. Retirava-se todos os frisos, tapavam os buracos , retirava-se aquele ressalto do capuz onde ia o friso, retirava- se o emblema VW do capuz, embutia-se a placa traseira produzindo um rebaixamento do tamanho exato da placa, retirava-se mesmo ressalto que vinha na tampa do motor, substituía-se a peça que iluminava a placa traseira por uma de Karman-Ghia , cortava-se partes de cada paralama, deixando-os mais arrojados e suaves. Sei que essas transformações hoje soariam como total breguice, mas, acreditem, em 66 era coisa de gente arrojada , e muito corajosa em transformar o próprio carro.
    Além disso ainda se instalavam faróis de milhas amarelos, buzina elétrica com "Cidade maravilhosa" e volante de Madeira tipo F1. Havia ainda a troca das manivelas e maçanetas internas por outras furadinhas, troca da haste de cambio por uma baixinha e cromada, troca dos botões de painel por outros de metal, etc.
    Ah, esqueci das rodas "talas largas" e calotas tipo navalhas

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  18. Juno Bass (via facebook)2 de fevereiro de 2013 14:46

    Eu sei, Luiz Antonio! Era considerado o máximo, o pessoal até disputava quem fazia mais "arte"! Aqui em São Paulo "modernizava-se" tudo, cada novidade que saia no modelo novo era "incorporada" aos antigos, notadamente depois de 71, quando mudaram os paralamas, parachoques e tampa. Fora as invenções pessoais - maçaneta de Alfa Romeu, retrovisor "gota", vidro bolha (esse era trágico de feio), antena com mola, tala de "miolo batido" ( transformavam as rodas originais e montavam ao contrário com alargadores, saíam quase meio metro fora do carro, era medonho) e mais um monte de detalhes. O pessoal gastava. Isso de retirar todos os frisos e "alisar" o capot e a tampa do motor também se fazia muito, alguns embutiam faróis de milha no capot, como nos "Baja Bug". Talvez por influência familiar (meus pais detestavam tudo e criticavam direto), eu jamais gostei dessas alterações radicais, o máximo que eu "permitia" era um volante legal, bancos reclináveis, uns instrumentos que não necessitassem destruir o painel para colocá-los , umas calotas de Porsche ou umas rodas "de magnésio" muito específicas, por exemplo. Nada que não pudesse ser revertido rápido e barato. Meus maiores investimentos, na época que eu "equipava" carro, eram sempre no interior, notadamente no som.

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  19. Zezinho da Atalaia (via facebook)13 de outubro de 2014 23:27

    esse foi o meu primeiro carro em 1985, na vila carrâo , era meu choda

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  20. Rosa Maximo (via facebook)13 de outubro de 2014 23:27

    eu andei nele lembra

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