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sábado, 20 de novembro de 2010

VW Santana Sport 1993

Sua propaganda na época já dizia: "Vem de fábrica com motor Alta Performance 2000 com injeção eletrônica, faróis de neblina, comandos elétricos para espelhos retrovisores externos, para acionamento dos vidros e travamento central das portas, antena no teto, rodas de liga leve com calota central, aerofólio traseiro, lanternas traseiras fumê, volante revestido em couro, ar-condicionado e bancos Recaro". Ufa! Nada mal, né?

Poucos sabem que as famosas rodas "Orbital" já equiparam um Santana de fábrica. Divide opiniões: uns elogiam e outros, acham horrível. Mas aí já vai de cada um, né. Eu, particularmente, gosto. Só que prefiro que elas equipem ao menos um Volkswagen. Não acho que combina com carros de outras marcas. Vamos então ao modelo fotografado, especificamente:


Infelizmente, não possui as calotas centrais das duas rodas visíveis na foto. Quanto às do outro lado, não há como sabermos. Em contrapartida, felizmente, aparenta ser o único defeito estético no carro, que está impecável. Todos os itens que podem ser vistos estão originais e intactos. E, prá completar, não há película nos vidros!

Há muitos anos passo com frequência por ele, que fica sempre estacionado dentro da garagem e tá sempre limpinho. Certamente, tem um proprietário zeloso.

Ah, e o slogan: "Santana Sport. Tudo isso sem perder a classe."! Fantástico!


Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Dupla de Ford Galaxie Landau - 1979 / 1982

Já há um tempo queria registrar essa cena, e hoje, com a ajuda da minha namorada, as imagens foram enfim capturadas. No estacionamento de um supermercado, estão estacionados dois Galaxie Landau, bem próximos um ao outro:



O mais antigo dos dois está há anos na mesma vaga, sob essa capa azul e sua situação piora conforme o tempo passa. Foi fabricado em 1979 e sua cor, "vermelho escala", é das mais difíceis de se ver. Deu prá perceber que está sem motor, e tem vários pontos de ferrugem. Não conseguimos tirar fotos melhores, devido ao fato de ele estar coberto. Esse foi o máximo que deu prá registrar:





O azul, de 1982, faz parte dos últimos anos de produção, já que em 1983 saiu de linha. O motor é o V8 302 de 5.0 L a gasolina, que gera 199 cv. Tem o teto de vinil e o interior ambos de cor clara (aparentemente há revestimento em couro no painel e nas portas que não é original, além dos bancos também), o rádio parece ser original e falta o espelho retrovisor externo esquerdo (só a parte de dentro, o espelho em si). Costuma ficar sempre parado no mesmo estacionamento, mas anda de vez em quando e é lavado esporadicamente, também. Dá prá notar que é um carro que vem sendo cuidado e conservado, na medida do possível.












De qualquer forma, uma situação bastante incomum. Pelo fato de serem dois exemplares de um modelo raro e antigo, o contraste evidente entre eles apesar dos poucos três anos de diferença de idade e o fato de estarem juntos em um supermercado. Pelo menos, estão há um certo tempo fazendo companhia um ao outro!

E, em mais um post, agradeço à minha namorada, já que foi ela a autora destas fotos!

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Ford Jeep 1980


Eis um representante dos últimos anos de produção deste modelo. Em 1983, encerraram-se as vendas no país, abrindo uma lacuna que já tentou ser preenchida de diversas maneiras, através de inúmeros lançamentos ao longo dos anos, e até hoje ainda parece continuar aberta.
Está aparentemente muito bem conservado e tem cara de que só roda em finais-de-semana. Tem tração 4x4 e parece estar bem original.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

Carros "da Galera" na Copa do Mundo - VW Gol 1983

2010 é ano de Copa do Mundo. O primeiro semestre é só alegria, todos esperançosos, contando os minutos, fazendo promessas, combinando os dias dos jogos, de assistir todo mundo junto, uma zona.
Em algumas regiões do país, há uma prática comum, que faz parte de toda essa comemoração: Grupos de amigos juntam uma quantidade suficiente de dinheiro, compram um carro caindo aos pedaços a preço de banana, pintam (muito mal) de verde e amarelo, geralmente cortam (muito mal) o teto, e tá feita a bagunça. É só correr pro abraço! Na maioria esmagadora dos casos, o carro é deixado de lado logo após a competição. Indepentemente de quem foi campeão. E o resultado quase sempre é esse:



O carro foi pintado nas cores de sempre (era originalmente bege) e teve o teto cortado. Nesse caso, até os pneus, as rodas e a placa foram pintados. Reparem no número da placa: 1966, o ano em que Pelé se lesionou e deu tudo errado para a até então brilhante seleção canarinho, que havia sido bicampeã consecutivamente em 1958 e 1962. Pelo jeito, o Golzinho foi pelo mesmo caminho...

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.


*Post publicado também por mim no blog futebolístico "Amadores F.C.".

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Ford Maverick Super Sedã 1976

Mais raro ainda de se ver do que o cupê é o Maverick sedã, com quatro portas. Foi lançado em 1973, com a distância entre-eixos 17 cm maior que o modelo de duas portas. Além disso, tinha também o teto mais alto e o espaço interno no banco traseiro era maior. Era mais focado mais para o público executivo e famílias maiores e não teve boa aceitação na época.

A unidade da foto é da versão Super, a mais básica, e é equipada com motor 2.3 OHC de 4 cilindros em linha. Já vinha de fábrica sem muitos detalhes de acabamento, possui apenas um emblema no paralama com o logotipo escrito "Maverick". Por ser um 1976, tem também frisos pintados nas laterais. O estado de conservação parece excelente, inclusive com as rodas e calotas originais, retrovisores e demais detalhes de acabamento. O único porém é a película escura nos vidros. Curiosamente, além de ter o motor mais econômico dentre os disponíveis para o modelo, esse exemplar recebeu instalação de kit gás.

A propósito, principalmente pra quem gosta, sugiro a visita ao site Maverick 73, que explica praticamente tudo sobre o famoso modelo, tintim por tintim. De lá, extraí inclusive informações que até então desconhecia.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Suzuki Swift GTi 1995



Depois do Gol GTI e do Mustang GT, é a vez de mais um esportivo de 1995, e também vermelho! Contudo, sem todo o brilho e pompa peculiares aos outros dois.
Com motor 1.3 16v de 100 cv para empurrar um compacto de apenas 790 kg, o Swift GTi tem excelente relação peso-potência, o que faz dele extremamente ágil. Apareceu por aqui numa época em que se desconfiava muito que os carros japoneses fossem "descartáveis". Porém, com seu desempenho, não fazia feio diante de seu maior rival, o Kadett GSi, que tinha o motor muito maior (2000 contra 1300 cm³), atingindo uma velocidade final semelhante.
E não para por aí. Já naquela época, o sistema de abertura do bocal do combustível se dava na parte de dentro do carro, sem necessidade de chave, coisa que recentemente só se vê em carros mais caros.
As rodas originais dessa versão específica - de liga leve, pretas e com calotas centrais - são raríssimas de serem vistas nos tempos atuais.
Hoje em dia - inclusive nessa versão - é facilmente encontrado a preços que não chegam a dez mil reais. Às vezes, não chega nem perto disso. A grande maioria, em estado muito ruim de conservação. Isso em falar nos inúmeros casos em que são largados na rua. Esse é uma exceção à regra, pois aparenta ser muito bem tratado e, embora o conjunto de rodas não seja o original, o restante parece ser.
No final das contas, não é um clássico esportivo da época, mas tem seu valor.

Copacabana, Rio de Janeiro - RJ.

domingo, 14 de novembro de 2010

Chevrolet Monza Classic SE 1989

Bem próximo de onde estava estacionado aquele interessantíssimo Gurgel G-15 1980...



Esse carro, especificamente este, me traz lembranças nostálgicas. Era do pai de um dos meus melhores amigos. Há pouco menos de dez anos, ele foi vendido e nunca mais tinha visto. Só que, de uns meses prá cá, passei a vê-lo rodando por alguns lugares. Até que um dia, consegui registrar fotos dele.

É um Monza Classic "saia-e-blusa" (como era conhecido, devido às duas tonalidades diferentes de cor) completo: quatro portas, com ar, direção, trio elétrico com vidros elétricos nas portas traseiras, faróis de neblina e vidros verdes. Além disso tudo, tem também câmbio automático, o rádio pelo menos era original, o interior é marrom e o motor, a álcool.

Infelizmente, os faróis de neblina ele já não tem mais, nem as calotas centrais das rodas, e a pintura não está cem por cento, mas continua rodando diariamente.

Ilha do Governador, Rio de Janeiro - RJ.
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